Flamengo se encontra num cenário de indefinições que prejudica o planejamento.

O Flamengo se encontra numa situação embaraçosa no final de 2018. Não bastasse um ano de frustrações, o mercado da bola continua se encarregando de lembrar aos rubro-negros que a diretoria do clube está, no mínimo, confusa.

O cenário de incertezas já começa no comandante da equipe: Reinaldo Rueda. A conta de quantas vezes o treinador foi citado na mídia, só na última semana, já foi perdida. Ele sai, ele fica, ele fica, ele sai. Mas, não pode-se culpar a imprensa nesse caso. Nem a alta cúpula rubro-negra sabe se o técnico permanece no clube, então, não vão ser os jornais que irão saber.
Os dirigentes aguardam uma resposta definitiva do colombiano, porém, ele se reapresentará apenas no começo de janeiro junto com o elenco. A novela deve durar mais alguns dias e, enquanto isso, o tempo passa e o Fla vai ficando pra trás.
Além da indecisão sobre quem comandará a equipe em 2018, o setor de ataque do time também está uma confusão. Ninguém sabe se Guerrero terá a pena reduzida novamente, se ele vai renovar, rescindir, continuar, sair ou até mesmo ter condições de iniciar a Libertadores com o time. Há ainda esperança que a pena sofra nova redução para 3 meses e, assim, o camisa 9 poderia estrear no dia 28 de fevereiro, contra o River Plate.
Por isso, o departamento de contratações está devagar. Muitos questionamentos sobre quem deve ser contratado. Um novo técnico? Um centroavante pro lugar de Paolo? Mas, e se ele puder jogar? A folha salarial ficaria muito alta e prejudicaria o clube. E as outras posições do elenco, porque não focar nelas?
No meio de tantas dúvidas, há uma certeza: o Mais Querido precisa se movimentar, os rivais estão contratando e o clube da Gávea está ficando para trás. A torcida já está impaciente, afinal, 2017 foi muito aquém do esperado, e um planejamento bem feito para 2018 era o mínimo que se esperava.
Além das mudanças exigidas no time que vai a campo, também existe uma cobrança no departamento de futebol. Foi muito falado no final da temporada que essa área passaria por avaliações e algumas substituições, mas, até agora nada também.
A torcida reclama de jogadores contestados que já deveriam ter deixado o clube há muito tempo. Porém, não são apenas jogadores os alvos das críticas. O preparador de goleiros Victor Hugo, o gerente de futebol Mozer, o diretor Rodrigo Caetano, entre outros também estão com a corda no pescoço.
Contudo, até agora, ninguém saiu do clube. De jogadores a dirigentes, a lista de mudanças é grande. A necessidade de contratações se intercala com a necessidade de dispensas. Há muita coisa a ser feita ainda, porém, na velocidade que a diretoria está atuando, vai ser difícil cumprir com metade do esperado.
Por Coluna do Flamengo
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