Defesa de Guerrero usou múmias no julgamento do atacante.

Os advogados de Guerrero utilizaram um artifício inusitado para provar uma tese sobre a contaminação do atacante por uso de substância proibida. Três múmias encontradas nas Cordilheiras dos Andes em 1999 foram usadas na defesa do peruano. A informação é da revista Isto é.


Segundo a publicação, as múmias foram usadas para provar que a substância encontrada no corpo do jogador pode ser encontrada no organismo após anos e até séculos. Um arqueólogo ajudou os advogados do atleta. O argumento é baseado em um estudo feito em 2013 por universidades de diversos países.
As três múmias, uma garota de 13 anos, outra de quatro e um menino de cinco, foram encontradas no topo do vulcão Llullaillaco, na Argentina, a mais de 6,7 mil metros de altitude. Segundo a revista, as crianças teriam participado de um ritual de sacrifício e estima-se que viveram entre 1480 e 1532.
De acordo com a revista, na garota de 13 anos foi encontrado benzoilecgonina, a mesma substância encontrada em Guerrero e que causou a suspensão do atacante. Havia a suspeita de que o peruano havia ingerido essa substância através do uso da cocaína, mas ela só foi inventada no século 19.
Na mesma menina, ainda de acordo com a publicação, também foram encontradas folhas de coca entre seus dentes, mesmo passados mais de 500 anos de sua morte. Com essa curiosa tese, Guerrero conseguiu ter sua pena reduzida para seis meses e ainda batalha pela absolvição.
Por Coluna do Flamengo
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