Análise: Fla forte na bola parada precisa cuidar da proteção na entrada da área.

A missão não é impossível. O Independiente de Avellaneda, com toda sua tradição e 16 conquistas internacionais, tem qualidade para fazer jogo duro no Maracanã lotado da próxima quarta-feira. Mas é vulnerável em jogadas de bola aérea, como Réver, arma conhecida do Flamengo, mostrou logo cedo. Por muito pouco Juan não fez o segundo gol rubro-negro em outra jogada ensaiada.


O perigo do time argentino mora nas jogadas pelos lados de campo – e na entrada da área. Há uma sincronia entre os lances de ponta dos atletas do técnico Ariel Holan e a chegada na área dos seus jogadores de meio de campo. Nem Willian Arão nem Cuéllar acompanharam corretamente os jogadores argentinos em lances de perigo. Veja abaixo as sequências.
O FLA VULNERÁVEL
Arão sai e Pará salva chute de Miño
Cruzamento da direita teve furada de Gigliotti e Miño livre. Pará, atento, saiu rápido e conseguiu cortar (Foto: Reprodução)
A marcação de jogadas de lado de campo do Independiente foi falha por que os argentinos conseguiram cruzar boas bolas na área. Se numa delas, Arão foi perfeito ao cortar de cabeça, em outra não acompanhou e deixou Miño completamente sozinho. Sorte que Pará se atirou e conseguiu salvar o gol do Independiente.
Silva chuta mal
Mas não foi a única jogada em que um jogador no meio da área teve liberdade. O Flamengo teve dificuldades de entender o sistema de jogo do Independiente. Gastón Silva encontrou espaços na defesa rubro-negra saindo da esquerda para o meio. Na jogada abaixo, ele passa a Gigliotti, espera receber de volta e chuta forte, mas muito alto, torto. A troca de posições confundiu a marcação do Flamengo. Na imagem, Cuéllar e Arão ainda estão muito longe do lance.
Silva procura Gigliotti, sempre no pivô, e espera receber de volta para chutar. Arão e Cuéllar, muito distantes, acompanham a jogada (Foto: Reprodução)
Cuéllar vacila e Meza, com enorme felicidade, aproveita
A ânsia de parar o jovem Barco fazia com que um ou até dois jogadores fechassem o setor de Pará. Ora Willian Arão acompanhava o ponteiro, ora Éverton Ribeiro se aproximava mais. O lance do segundo gol argentino teve rápida indefinição da dupla. Arão deslocou Ribeiro da jogada, pedindo para que fechasse a marcação pelo centro. Cuéllar, que estava colado em Meza, saiu e deixou o meia do Independiente completamente livre. O chute saiu perfeito para a virada.
No início da jogada, Cuéllar está bem próximo de Meza (Foto: Reprodução)
Cuéllar sai e deixa Meza totalmente livre para ajeitar o corpo e finalizar sem ser incomodado (Foto: Reprodução)
No fim, repetição do espaço na entrada da área
Com 2 a 1 no placar, Barco ganhou ainda mais confiança para fazer jogadas individuais. Se Trauco sofreu no primeiro tempo, Pará, Arão e Éverton Ribeiro tiveram mais dificuldades na segunda etapa. Em jogada de contra-ataque, o argentino tentou fazer bonito e colocar no ângulo. Pelo meio, outro jogador do Independiente se apresentava para receber e chutar a gol.
Barco tenta o chute. Na entrada da grande área se aproximava mais um jogador argentino livre (Foto: Reprodução)
ARTILHARIA AÉREA DO FLA
Com dificuldades na criação, em momento de dificuldades de Diego e de Éverton Ribeiro, o Flamengo assume nas bolas altas a melhor alternativa para furar defesas rivais. Com 1,92m e muita impulsão, Réver sai para um lado em bolas altas, com Juan pelo outro lado. A dupla puxa marcação e costuma se sair bem. Contra o Independiente, depois de Réver, quase Juan marcou o segundo.
A organização do Fla na bola parada: Trauco procura Réver no segundo pau (Foto: Reprodução)
Fonte: GE
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