Bandeira afirma que nenhum flamenguista pode ficar satisfeito com nada

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, concedeu uma entrevista na manhã desta segunda-feira ao GloboEsporte.comPerto de entrar no último ano de sua gestão de dois mandatos, ele disse acreditar num final feliz para o ano de 2017. Contudo, admitiu insatisfação com o desempenho do time no Brasileiro.

Questionado sobre a campanha decepcionante no torneio, o gestor usou poucas palavras para falar do trabalho do departamento de futebol a poucos dias dos confrontos com o Junior Barranquilla, pela semifinal da Sul-Americana:
– A gente sempre tem que ter a expectativa maior possível e nunca podemos ficar satisfeitos com nada. Se o Flamengo tivesse ganho a Libertadores, eu não ia estar satisfeito porque eu ia querer ser campeão do mundo. Então quem é Flamengo não pode ficar avaliando o que foi feito, se é satisfatório… nunca é satisfatório. Tem que sempre mirar o objetivo mais alto possível – disse Bandeira.
Ao afirmar que “não gosta de fazer avaliações públicas”, o presidente disse que as avaliações do trabalho do grupo e do técnico colombiano Reinaldo Rueda, serão colocadas em reuniões de diretoria. Mas deixou no ar que muita coisa pode mudar para 2018 no caso de novos fracassos nas missões que restam na temporada: o título da Sul-Americana e a vaga direto para a fase de grupos da Libertadores 2018 pelo Brasileiro.
– NÃO FALO SOBRE COISAS QUE SÃO DISCUTIDAS INTERNAMENTE. O QUE POSSO DIZER É QUE A TORCIDA PODE FICAR ABSOLUTAMENTE TRANQUILA EM RELAÇÃO AO NOSSO ESFORÇO, À NOSSA DETERMINAÇÃO EM FAZER O MELHOR POSSÍVEL. EM TERMINAR O ANO DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL. DEPENDENDO DA MANEIRA QUE A GENTE TERMINAR O ANO ISSO VAI SE REFLETIR TAMBÉM NO ANO QUE VEM – AFIRMOU.
Bandeira também foi indagado sobre as declarações de Rueda após a derrota para o Palmeiras. Sobre a maneira com que os jogadores poderiam encarar críticas mais severas e se isso ser refletiria dentro do vestiário rubro-negro.
– Ele expôs alguém? Deixou alguém em situação difícil? Não, muito pelo contrário. Ele defende o grupo. Ele não falou nada. Se alguém está falando que ele expôs algum jogador… O que ele falou é que o resultado de ontem foi insatisfatório, o que envolve o trabalho de todo mundo. O dele, o meu, dos jogadores, de todos. Está todo mundo consciente disso – garantiu Eduardo Bandeira de Mello.
O presidente também comentou sobre a saída de dois vice-presidentes nos últimos dias – Rafael Strauch, da vice-presidência de administração, e Edmilson Varejão, vice de secretaria, este já substituído por Gilberto Freitas Magalhães.
– Não tem reflexo político nenhum. A realidade é que são pessoas que são muito caras a mim, que gosto muito, são quase filhos meus de tanto tempo que convivemos, trabalhando juntos. Mas tenho que respeitar, é uma situação pessoal e profissional que eles estão vivendo. Vão fazer muita falta no dia a dia, mas vão estar sempre conosco. Tenho certeza que se precisar é só pedir que eles vão ajudar sempre o Flamengo – garantiu Bandeira, negando que a movimentação o isole no clube ou signifique rompimento político.
Fonte: Coluna do Flamengo

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