Presidente do Conselho Deliberativo se manifesta sobre títulos honoríficos

Em matéria publicada ontem no Coluna do Flamengo (Títulos honoríficos do Fla não seguem estatuto do clube), o presidente do Conselho Deliberativo, Rodrigo Dunshee foi citado. Na matéria, informamos que ele não possuía as atribuições para receber o título honorífico de Grande Benemérito. Rodrigo entrou em contato e lhe concedemos um direito de resposta.




Na sua resposta, além de esclarecer a sua benemerência, Rodrigo elucida sobre as questões das comissões do Conselho Deliberativo e a escolha dos seus membros. Ele ainda diz acreditar que a parte política não seja determinante para a escolha dos eméritos mesmo que a escolha não esteja imune a falhas. Confira a resposta na íntegra:
Por conta da matéria publicada pela Coluna do Flamengo, gostaria de esclarecer que:
a) Para se tornar Grande Benemérito são necessários 20 anos de serviços relevantes ao Flamengo e não 25 anos, como alegado;
b) Tenho pelo menos 25 anos de serviços prestados Flamengo e quando recebi a honraria de Grande Benemérito já contava com 24 anos. Fui eleito vice-presidente do Code (Conselho Deliberativo) aos 27 anos, tendo sido por exemplo, VP Geral e Presidente do Code.
c) Portanto, não procede a alegação de que não tenho tempo de serviço, colocando meu currículo à disposição, caso necessário.
d) Sobre as comissões do CODE nada tenho a esconder. Não foram escolhidas por critérios políticos. Na verdade, assumi um mandato tampão em razão da renúncia do Delair (Dumbrosck). Por isso, preferi aproveitar a maioria dos bons conselheiros que haviam sido escolhidos por ele (Delair), porque eram bons profissionais e grandes rubro-negros;
e) Recebi algumas poucas indicações, não mais que 4. Mas, não vejo o menor problema nisso. SóFla (Sócios Pelo Flamengo) e FAT (Flamengo Acima de Tudo) indicaram esses 4 conselheiros, porque eu não dispunha de nomes técnicos e meus amigos desses grupos, conheciam pessoas capazes.
f) Reconheço que excelentes nomes ficaram de fora das comissões, mas eu não pude aproveitá-los, porque não quis afastar ninguém que já estava lá. Acho muito delicado você demitir alguém que está se dedicando de graça ao Flamengo e o fazendo com o coração. 
g) Temos pessoas da oposição e da situação trabalhando nas comissões do CODE e lá dentro não há essa divisão, pelo menos não para mim. Tenho o maior prazer em trabalhar com todos e não vejo ninguém trabalhar contra o Flamengo. Aliás, o Conselho Deliberativo jamais fez uma votação contra os interesses do Flamengo. Quando a ideia é boa ela é aprovada.
h) Atualmente, quem é agraciado com a emerência não ganha um título para dar e seu descendente, como informado. Até ano passado isso acontecia e acho que era justo, já que a pessoa havia dado 5 anos de serviços gratuitos ao Flamengo. Já existem pessoas defendendo a volta desse prêmio, porque o título honorifico acaba com a morte do titular, então seria apenas uma antecipação de uma herança.   
Entendo que o processo de escolha dos eméritos, beneméritos e Grandes-Beneméritos não seja imune a falhas, mas não acho que a parte política seja determinante, ao menos pelo que pude verificar nesse pequeno período em que estou lá. O que conta mesmo é o currículo. O Conselho é sério e quem eventualmente for preterido deve ir lá pedir para ver o currículo dos que foram agraciados, para ver se houve mesmo alguma injustiça.
Att.
Dunshee
Fonte: Coluna do Flamengo

Na sua resposta, além de esclarecer a sua benemerência, Rodrigo elucida sobre as questões das comissões do Conselho Deliberativo e a escolha dos seus membros.

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