Com emoção, por favor

Zagueiro Réver, do Flamengo - Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images
BOTECO DO FLA: por Mercio Querido

Em um lugar do país (um abraço pro povo da Fla Natal) tem o famoso passeio de buggy pelas dunas. Nunca fui lá, mas dizem que quando você entra no treco o condutor pergunta o tradicional “com ou sem emoção?”, a pergunta que molda e define se o percurso será veloz e acidentado ou em velocidade normal e tranquilo.

Parece que após tantas decepções na temporada o Flamengo, condutor dos nossos corações e adrenalina, os jogadores e/ou a comissão técnica e/ou a direção resolveram decidir sozinhos, sem consultar a torcida como seria esse nosso percurso até o fim do ano, que a gente ACHA que termina no G4.

Foi pavoroso o jogo? Não. Foi bonzinho? Também não. Foi aquela coisa meio morna e, já que terminou em empate, os goleiros deveriam ter sido premiados com um zero a zero. Tiveram boa participação e foram vazados em lances em que os sistemas defensivos das duas equipes deram pane. Bug ativo no caso do Pará, e defeito passivo (sem duplo sentido) de “ninguém nada fez” no lance do gol do Réver.

Pavoroso foi o resultado quando a gente olha para a tabela. Um passo e um ponto de distância para o precipício no caso deles e preocupantes seis pontos de distância para o G4 no nosso caso.

Bem... Eles que se virem com a cruz deles que eu não estou nem aí. Só quero saber de fluminenCe agora na semana do primeiro jogo pela Sul-Americana. Acredito que o lado de lá não vá raciocinar dessa mesma maneira. Vão passar as próximas três rodadas do Brasileirão de olho no nosso desempenho e torcendo com toda a sinceridade do mundo para irmos bem na missão. O motivo? Chapecoense, Bahia e São Paulo na reta do Flamengo. Todo mundo na briga de foice no escuro pra fugir da degola. Quem não tá dentro do Z4 tá bem perto. Eles estão bem? Não. Mas se usarem isso como motivo para... Sangue nos olhos, vontade de definir, atitude, e um monte de outros elementos que andam em falta na Gávea... Haja emoção nessa nossa reta final.

Enquanto isso... Entre os “não estamos contentes” do Everton Ribeiro, os “a torcida tem razão” do Rueda, e as planilhas e/ou resultados financeiros positivos demonstrados dia sim e o outro também (que bom...), a reta final de 2017 começa a ganhar contornos de dramaticidade totalmente desnecessários.

Torno a dizer: Se... Se... Se... Não rolar fase de grupos e o tormento do mata-mata já começar no verão, a probabilidade de “dar ruim” e um resultado negativo estender seus tentáculos afetando todo o “Mais Um Ano Mágico” de 2018 é imensa.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

O motivo? Chapecoense, Bahia e São Paulo na reta do Flamengo.

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