Para Bandeira, valor do ingresso não prejudica público do Flamengo

Eduardo Bandeira de Mello, Presidente do Flamengo - Foto: Fred Gomes
COLUNA DO FLAMENGO: Em 2017, para fugir das altas taxas do Maracanã, e evitar a peregrinação por estádios ao redor do Brasil, o Flamengo resolveu adotar como casa o Estádio Luso-Brasileiro, da Portuguesa-RJ. Depois de arcar com as reformas, o local, apelidado de Ilha do Urubu, passou a receber quase todas as partidas do clube no ano.

Entretanto, nos últimos jogos foram registrados pouco público e prejuízo para o Mais Querido, exatamente o oposto do que a diretoria esperava quando resolveu jogar no estádio. Para muitos (torcedores e jornalistas), é reflexo dos altos preços de ingressos cobrados pela gestão Eduardo Bandeira de Mello. Em entrevista ao globoesporte.com (veja aqui), o mandatário negou que este seja o problema. Para tanto, especificou que até quem tem direito à gratuidade não tem ido ao estádio.

“Temos que estar sempre antenados e ligados em tudo que pode melhorar. Não só em relação à política de preços, como em relação a qualquer outra coisa. Vocês acham sinceramente que a Ilha não tem lotado por causa de preço? Por que as gratuidades não são aproveitadas aí? Não tem preço mais barato do que zero. Têm pessoas que podem ir de graça e não vão”, afirmou.

Há uma lei em vigor no estado do Rio de Janeiro que permite que pessoas acima de 65 anos e menores de 12 anos não paguem para assistir jogos de futebol. Para o dirigente, a legislação é “extremamente perversa”.

“A política de gratuidade é extremamente perversa. Se você tiver um milionário com mais de 65 anos e que vai levar seus netos com menos de 12 ao estádio, eles todos vão entrar de graça. Se a gente ficar pensando no trabalhador, no pessoal que ia de geral no velho Maracanã, numa época em que não tinha transmissão pela televisão e que o ingresso tinha um valor irrisório… Esse trabalhador que ia de geral não consegue ir ao Maracanã, à Ilha ou a qualquer estádio porque não tem dinheiro para pagar condução ou levar os filhos”, explicou.

De acordo com o mandatário, a cúpula rubro-negra tem feitos vários estudos para entender a pouca presença de público na Ilha do Urubu.

“Tem alguma outra coisa aí: ou a questão do transporte ou de violência na Linha Vermelha… Os jogos que fizemos em horários mais acessíveis lotaram, como o jogo em Vitória de manhã. Se você botar ingresso a R$ 5 na Ilha, talvez não lote pelo horário, condições e atratividade do jogo e nos dê um prejuízo muito grande. Chegamos a situação que chegamos com muita competência, responsabilidade… Você não pode negligenciar a receita de bilheteria do clube, mas concordo que isso vai merecer sempre uma atenção maior”, finalizou.

De acordo com o mandatário, a cúpula rubro-negra tem feitos vários estudos para entender a pouca presença de público na Ilha do Urubu.

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