Novo americano do Flamengo é solidário a protestos nos EUA

Foto: Divulgação
GLOBO ESPORTE: O americano MJ Rhett tem uma identificação natural com o Flamengo. Aos 24 anos, ele nasceu no dia 15 de novembro, data de aniversário do clube. Nesta terça-feira, poderá mostrar na Gávea um pouco de seu talento no amistoso com o Vitória, às 19h (de Brasília), com o ingresso sendo trocado por um quilo de alimento não perecível. É mais um passo na preparação para abertura da temporada 2017/18.

Apesar de ser um andarilho, com passagens por vários países, MJ não esquece as suas raízes e acompanha à distância o que vem acontencendo. O fim de semana nos Estados Unidos foi marcado por uma série de protestos de atletas contra o presidente americano Donald Trump. Sem titubear, ele deu sua posição.

- Se eu estivesse lá, também ajoelharia com meus companheiros. É um direito (protestar). É preciso fazer o que você acredita. O mundo está muito complicado, com coisas malucas acontecendo. Mas nós queremos ter um lugar melhor para viver, onde ninguém veha a cor da pele, sem racismo - disse Rhett, ao GloboEsporte.com

No fim de semana, alguns jogadores da NFL, a liga de futebol americano, sequer entraram em campo para a execução do hino nacional. Outros ajoelharam. Jogadores da NBA, a liga americana de basquete, como LeBron James criticaram ostensivamente Trump. Rhett vem acompanhando tudo pelas redes sociais.

- Sinto que isso significa muito. Todo mundo tem direito de se expressar. É uma liberdade para todos, até para Trump, que discursa contra isso quando se trata do esporte profissional - comentou o jogador.

Rhett foi um dos reforços contratados pelo Flamengo para esta temporada. Além dele, chegaram Arthur Pecos, Pilar e o venezuela David Cubillán. Além do amistoso desta terça-feira, o time jogará novamente contra o Vitória na quarta-feira, às 18h (de Brasília), na Gávea, com o mesmo esquema de troca de ingressos.

O Flamengo faz sua estreia na temporada na Liga Sul-Americana. Entre os dias 3 e 5 de outubro, o time enfrenta Cimarrones de Choco, da Colômbia, San Martín, da Argentina, e Hebraica y Macabi, do Uruguai, pelo Grupo A, com sede em Chocó, na Colômbia.

No fim de semana, alguns jogadores da NFL, a liga de futebol americano, sequer entraram em campo para a execução do hino nacional.

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