Mãe de Muralha revela tomar remédio em má fase no Flamengo

Foto: Reprodução
SPORTV: Se a torcida dos rubro-negros será por Muralha na noite desta quarta-feira, no Mineirão, para a família do goleiro o coro será por Alex, e isso não tem relação com a polêmica criada depois que o jornal "Extra" avisou que deixaria de chamar o jogador pelo apelido, alegando que ele não fazia jus ao "título". Para Jaqueline, a mãe, ele sempre foi Alex. E ver o filho se tornar alvo de críticas e cobranças duras fez ela perder o sono de preocupação, episódio que só faz aumentar a torcida para a volta por cima na partida contra o Cruzeiro.

- Dói, né? Dói porque é o meu filho, não vejo ele assim, o "goleiro Muralha", para mim ele é o Alex, é meu filho. Tive que ir no médico, tomar remédio para dormir, não conseguia dormir. Ficava só pensando, pensando... não é mais fácil acolher do que fazer o que fizeram com ele? Mas, tenho certeza de que vai passar - disse, bastante emocionada.

A família, de Três Corações-MG, agora vive a expectativa de ver Alex Muralha conquistar o título em Belo Horizonte, capital do Estado. A mãe lembra com carinho da determinação do filho em seguir carreira de jogador quando ainda era menino - ele começou a despontar aos nove anos e morou com os pais e irmãos no Bairro de Fátima até os 15 anos, quando foi para o Paraná atrás do sonho.

- Ele é um orgulho para mim, sempre foi um menino bom, nunca me deu trabalho com nada, nunca me pediu nada. Quando ele queria um par de tênis, ele chegou e falou: "deixa eu apanhar café com a senhora?". Eu perguntei "pra quê"? E ele disse: "mãe, vi um tênis e quero comprar". Era férias da escola dele, levei ele para apanhar café comigo e ele comprou o tênis - contou.

Contra o Cruzeiro, ela espera ver o filho sair campeão e que as lágrimas, desta vez, sejam de alegria. Ao relembrar o período difícil , Jaqueline lembrou de um momento difícil na vida pessoal do jogador que, para ela, abalou o goleiro.

Antes da final da Taça Guanabara, no dia 5 de março, contra o Fluminense, a avó de Muralha sofreu uma queda e entrou em coma. No dia 30 do mesmo mês, ela morreu, por causa do acidente. O arqueiro foi a Três Corações para o velório e voltou, antes de enfrentar novamente o Fluminense, no domingo, dia 2 de abril.

- Começou ali, com a perda da avó dele, quando ela ficou em coma e ele ficou muito abalado. Foi em março deste ano. Ela faleceu na quinta-feira, o enterro foi na sexta, ele veio para o enterro. Ele treinou ainda no dia que ela faleceu, conversei com ele no telefone, contei o que aconteceu... ele chorou no telefone, treinou, e depois pediu para liberarem ele para vir para o enterro. No domingo foi o jogo - disse.

Cruzeiro e Flamengo fazem o jogo decisivo da Copa do Brasil nesta quarta-feira, às 21h45, no Mineirão. Como o primeiro jogo terminou empatado em 1 a 1, no Maracanã, quem vencer levanta a taça. Novo empate leva a decisão para os pênaltis. O SporTV transmite ao vivo, com narração de Milton Leite e comentários de Maurício Noriega e Muricy Ramalho.

- Tenho muita fé de que vai dar tudo certo. Falei para meu filho: vamos buscar a taça aqui em Minas, vamos buscar em "casa" - aposta Jaqueline.


Ao relembrar o período difícil , Jaqueline lembrou de um momento difícil na vida pessoal do jogador que, para ela, abalou o goleiro.

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