Juan, do Flamengo, fala sobre passagem pela Europa e ex-parceiros

Juan e Henrique Dourado em Flamengo x Fluminense - Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images
COLUNA DO FLAMENGO: Juan, na década passada, foi considerado um dos melhores zagueiros do mundo. Seja pelo Bayer Leverkusen, Roma ou seleção brasileira, era conhecido por sua calma e precisão nos desarmes, sendo um verdadeiro paredão.

Titular em duas Copas do Mundo (2006 e 2010), elegeu seu companheiro de zaga nos Mundiais como o melhor parceiro de posição que teve ao longo da carreira.

“Tive o prazer de atuar ao lado de grandes zagueiros. Comecei no Flamengo com Gamarra e Júnior Baiano, por exemplo. Mas foi com o Lúcio que formei a melhor dupla, porque jogamos muito tempo juntos no Leverkusen e na seleção brasileira. Aliás, conseguimos um feito inédito: nunca antes na história uma dupla de zaga da seleção se repetiu de uma Copa para a outra, e nós fomos os primeiros a fazer isso. É algo para ser lembrado”, afirmou o camisa 4 do Flamengo ao espn.com.br.

A revelação pode ser estranha para alguns, devido as personalidades de cada um. Enquanto Juan era mais sereno, Lúcio era mais brigador, raçudo, que cobrava bastante de seus companheiros.

“O Lúcio sempre foi um grande companheiro, e me ajudou muito na minha chegada à Alemanha, porque eu fui para lá muito jovem quando saí do Flamengo. Ele já era campeão do mundo em 2002 e ídolo do time, então foi meu grande parceiro. Todos diziam que era impressionante a gente se entrosar tão bem, sendo que temos personalidades tão diferentes”, ressaltou Juan.

Em 2007, depois de cinco anos na Alemanha, foi vendido ao Roma, da Itália, por 6,3 milhões de euros. Na capital italiana, a cria da Gávea continuou brilhando e encantou os olhos, dois anos depois, de nada mais, nada menos que Josep Guardiola.

Na época, Pep estava começando sua trajetória como treinador do Barcelona e pediu a contratação do brasileiro. Os catalães chegaram a oferecer salários anuais de dois milhões de euros para o zagueiro. No entanto, a transferência não aconteceu.

“A vez que chegou mais perto foi em 2009, depois da minha primeira temporada na Roma. Cheguei a conversar com o Barcelona, mas não deu certo. Era o começo da era Guardiola. Tive um contato com empresários que estavam intermediando a ida para o Barcelona, porque havia uma cláusula no meu contrato com a Roma que me permitia sair se fosse pago um preço bom. Mas as coisas não se concretizaram”, recordou.

Porém, o atleta não guarda mágoas desta transferência frustrada, mesmo sabendo que aquele Barcelona se tornou um dos maiores times da história do futebol mundial.

“Não deu certo ir para o Barcelona, mas fui muito feliz na Roma. Foram anos muito bem vividos. Sempre briguei na parte de cima da tabela e fiz grandes jogos. Infelizmente, não conquistei tantos títulos por lá”, lamentou o atleta, que foi campeão da Copa da Itália e da Supercopa com o time da capital.

Ao final da passagem pela Roma, retornou ao Brasil para defender as cores do Internacional. Depois de três anos no Rio Grande do Sul, o bom filho a casa retornou, acertando com o Flamengo.

Com o manto sagrado, Juan busca conquistar o sétimo título pelo clube do coração (já ganhou quatro Cariocas, uma Mercosul e uma Copa dos Campeões). Deve ser titular no confronto contra a Chapecoense, nesta quarta-feira (20), às 19h15, pela partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Depois de três anos no Rio Grande do Sul, o bom filho a casa retornou, acertando com o Flamengo.

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