Renato Gaúcho ao lado de mulheres em jogo do Flamengo - Foto: Photo Grid / Divulgação
ZERO HORA: Por Luiz Zini Pires

Renato Portaluppi, 55 anos é gremista, seguramente está sentado no pódio que acolhe os gremistas mais ilustres dos últimos 114 anos. Foi campeão, tocou o mundo, um jogador dos sonhos de qualquer time.

Ganhou o país como treinador no novo século. Pode renovar seu endereço na Arena em 2018. Permanecer algumas temporadas a mais. A casa é sua. Ele sabe. Os gremistas respeitam.

Quem conhece Renato, quem o acompanha e lembra de antigas entrevistas, sabe que ele tem uma queda especial pelo rubro-negro da Gávea. Defendeu o clube três vezes entre 1987 e 1998.  Foi, voltou, ficou. Foi seu último grande clube de chuteiras, antes de guardá-las em um armário em Bangu.

Em relatos antigos, alguns gravados pela TV, Renato não esconde sua paixão pelo Flamengo, time mais popular do país, dono de mais de 30 milhões de torcedores, um mar de gente. Não é anormal viver com dois times no mesmo coração. Futebol é paixão. Basta trocar de Estado, país, e buscar outra cidade para viver. Renato escolheu o Rio. Não existe nada mais carioca do que o popularíssimo Flamengo.

Ninguém sedimenta a carreira somente no futebol gaúcho, um dos três mais gloriosos do Brasil. Clubes de Minas Gerais ainda não têm um título mundial, mesmo mais poderosos no país. É preciso sair, rodar. Renato mostrou em um ano que começou a levar o futebol ao extremo. Assumiu a carreira, interrompeu ida e vindas, as longas paradas. Sua gestão de vestiário impressiona. Consegue formar um grupo sólido, trabalhador, batalhador.

Seu futuro passa pelo Flamengo, talvez com algumas escalas. Ele gosta do clube, os torcedores o prezam. O Grêmio dá boa vitrine. O Flamengo escancara.

Quem faz sucesso no Flamengo, garanto, ganha o Brasil. Seu nome começa a ser multiplicado pelo eco 32 milhões de vozes. Quem não ouve?

Renato diz que almeja a Seleção. Direito ele tem. Competência é uma outra grande discussão. O Flamengo pode deixá-lo mais perto da CBF. Não agora. O colombiano Reinaldo Rueda, técnico do time, é um dos melhores do continente.

Para lembrar: Felipão, Mano e Tite ganharam a Seleção depois de deixar o Rio Grande do Sul.

Quem faz sucesso no Flamengo, garanto, ganha o Brasil. Seu nome começa a ser multiplicado pelo eco 32 milhões de vozes. Quem não ouve?

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