Um dia após o caos.

Foto: AFP
PAPO DA NAÇÃO: Pelo segundo ano consecutivo, o Flamengo passa um vexame em competições internacionais. Não bastasse o revés em casa para o Palestino pela Copa Sul-Americana 2016, o Rubro-Negro agora consegue a façanha de ser eliminado mais uma vez da fase de grupos da Libertadores, acontecimento que só seria possível com uma improvável combinação de resultados: uma em 9 possíveis.

A história recente do clube evidencia, de fato, um Flamengo totalmente covarde ao colocar os pés de fora do país. Essa é a terceira eliminação consecutiva na fase de grupos e que se integram a outra vergonhosa - mas não tão lembrada - do torneio em 2002, a qual saímos lanterninhas do grupo, à 2007 contra o Defensor, a de 2010 já nas quartas-de-final - a melhor campanha do século - e a de 2008, que dispensa comentários.

Além disso, importante evidenciar que todas as cinco vezes que participamos da Copa Sul-Americana, conseguimos avançar da primeira fase em apenas duas edições, e em nenhuma dela conseguimos passar da segunda fase. Em 2011, perdemos de 4 a 0 na ida em casa e 1 a 0 na volta para a Universidad do Chile e em 2016, ocorreu o fatídico acontecimento já citado contra o pequeno Palestino.

A sede do flamenguista por um título internacional, que não vem desde a conquista da Mercosul 1999, só aumenta. Esse histórico recente vergonhoso certamente anda de mãos dadas à partida de ontem no quesito dos fatores que causam tristeza, raiva ao torcedor nesse momento. Além dos aspectos do time em si.

Em vários momentos da história do futebol, principalmente em 1982, tomamos a ciência que jogar bem ou bonito não basta. O Flamengo conseguiu ser superior, jogar melhor que o seu adversário em todas as 5 partidas da Libertadores até ontem. Após um primeiro tempo equilibrado, atropelou o San Lorenzo no Maracanã. Fez 2 gols logo no início da partida contra o Atlético-PR e controlou as suas ações no decorrer da partida com um sistema defensivo eficiente. Não se abateu com o gol de empate da Universidad Católica ou com suas outras chances criadas e conseguiu aplicar um bom placar no Maracanã.

As derrotas fora de casa foram determinantes para o deprimente desfecho do torneio do Fla. Em jogos que o time conseguiu meter três bolas na trave e ter total posse da mesma no campo de ataque adversário, mas mesmo assim perdeu de 1 a 0, e que conseguiu, também, dominar a partida contra o Atlético-PR na temida Arena da Baixada criando chances CLARÍSSIMAS de gol e tendo certa facilidade para efetuar finalizações, prevaleceu, visivelmente, a precariedade na finalização de jogadas como fator determinante para resultados adversos.

São certas chances que caso tivessem sido convertidas, a história com certeza seria outra.

É uma pena ter que dizer isso novamente. Mas o planejamento para conquistar um título internacional vai ter que ficar para a próxima.

Gabriel Salotti

A história recente do clube evidencia, de fato, um Flamengo totalmente covarde ao colocar os pés de fora do país.

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