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O Flamengo está no mercado com um objetivo claro: trazer reforços para o setor ofensivo, situação que se agravou com a suspensão de seu principal atacante, Paolo Guerrero. E um novo nome pode surgir como opção é o do paraguaio Lucas Barrios.




O centroavante defendeu o Grêmio na atual temporada e foi fundamental na conquista da Libertadores. Para 2018, o atleta não continua no tricolor gaúcho. O próprio Barrios foi quem confirmou a informação, após a derrota para o Real Madrid na final do Mundial Interclubes.

– Já sabia há dois meses que não ia continuar. A gente nem se sentou para falar de dinheiro nem nada. Escutamos lá do clube que ano que vem estávamos nas prioridades. Mas fiquei sabendo há um tempo qua não ia ficar aqui. Segui sendo profissional do mesmo jeito. Agradeço ao torcedor, dei o meu melhor. Tenho muito orgulho de ter vestido a camisa do Grêmio, clube grande. Fui o segundo goleador da Copa (Libertadores). Queria também agradecer ao grupo, forte, valorizamos muito. Estamos felizes de fazer parte – disse ele.


Aos 33 anos de idade, o paraguaio fica livre no mercado, sem custo para contratação, afinal, o seu contrato com o Grêmio é até 31 de dezembro de 2017. Com a camisa do time de Porto Alegre, ele realizou 45 jogos na temporada e marcou 18 gols.
Fonte: Coluna do Flamengo

A temporada de 2017 foi bem abaixo do esperado esperado para os rubro-negros e, para renovar os ânimos e chegar forte às competições do próximo ano, a diretoria do Flamengo já se movimenta no mercado da bola, porém, sem tanto dinheiro para investir, de acordo com o seu orçamento.


O presidente do Mengão, Eduardo Bandeira de Mello, concedeu entrevista ao Uol, sendo este um dos assuntos tratados. Em sua fala, o mandatário afirmou que o Fla não tem tem tanto dinheiro para gastar, como projetam, mas ressaltou também que não há pagamentos atrasados.

“Há uma noção errada de que o Flamengo tem rios de dinheiro. Trabalhamos dentro do nosso orçamento, não temos uma Crefisa. Não vamos nos afastar da responsabilidade de executar o que der. Mas não temos salários ou impostos atrasados como outros clubes.”, disse ele.
A Crefisa, empresa citada pelo cartola, é patrocinadora do Palmeiras, clube que teve seus investimentos acrescidos nos últimos anos justamente por conta da parceria, que garantiu a contratação de jogadores como Dudu, Guerra e Borja.
Fonte: Coluna do Flamengo

Um dos nomes que parecia certo na lista de saídas do Flamengo era o argentino Federico Mancuello, porém, o atleta recebeu oportunidades de atuar no fim da temporada e parece ter agradado à comissão técnica, ao menos é o que indica o jornal Lance!.




Como noticiado anteriormente, o ex-clube de Mancu tem interesse em sua volta e deve investir na transação para o ano de 2018, mas o rubro-negro não deve vender o atleta.
O Flamengo ainda não concluiu o pagamento pelo argentino, que foi contratado em 2016 pelo valor de R$ 12 milhões, referentes a 90% de seu passe.

Em 2017, Mancuello participou de 31 partidas e balançou as redes por apenas 5 vezes no ano. Na maioria de suas atuações, o camisa 11 jogou aberto em um dos lados, posição diferente da que jogava nos Rojos, o que pode ter prejudicado o seu rendimento.
Fonte: Coluna do Flamengo

Após realizar um dos maiores investimentos dentre os times brasileiros, o Flamengo tinha grandes projeções para 2017, porém, dentro de campo o time não correspondeu às expectativas, conquistando apenas o Campeonato Carioca, além de dois vices (na Copa do Brasil e Sul-Americana).




O Presidente do Fla, Eduardo Bandeira de Mello, concedeu entrevista ao portal Uol, sendo este um dos assuntos tratados. O mandatário reconheceu que não foi o que ele desejava, mas ressaltou que há pontos positivos.

“Quem tem que avaliar melhor são vocês. Vou estar sempre insatisfeito, querendo que o Flamengo ganhe tudo. Então, se não ganhou tudo, não foi o ideal. Agora temos que ver que há algo positivo também.”, afirmou o mandatário rubro-negro.
Bandeira ainda comentou sobre as finanças da equipe, afirmando que há uma falsa impressão de que o Fla tem rios de dinheiro para contratar, o que não é verdade.
“Há uma noção errada de que o Flamengo tem rios de dinheiro. Trabalhamos dentro do nosso orçamento, não temos uma Crefisa. Não vamos nos afastar da responsabilidade de executar o que der. Mas não temos salários ou impostos atrasados como outros clubes.”
Fonte: Coluna do Flamengo

Após o vice da Copa Sul-Americana, a temporada do Flamengo se confirmou como um ano para esquecer. O time que fez um dos maiores investimentos do Brasil conseguiu apenas a conquista do Campeonato Carioca e a vaga para a fase de grupos Libertadores quase não foi conquistada.




O Presidente do Fla, Eduardo Bandeira de Mello concedeu entrevista ao portal Uol e, dentre os assuntos abordados, esteve o investimento do rubro-negro para o próximo ano e o aproveitamento de alguns jogadores, que vieram para a fazer a diferença, mas sequer conseguiram se manter na equipe titular.
“Vamos fazer alterações pontuais. As competições sul-americanas só podem ter sete no banco então o Flamengo como tem um elenco numeroso deixa atletas de fora. Há jogadores que sabemos que são bons, mas chegaram ao Brasil e talvez não tenham tido tempo para a adaptação. Tivemos problemas de contusões inesperadas como Berrío. Tivemos o problema do Paolo. Ninguém fica sem o seu centroavante sem sofrer dano.”
Fonte: Coluna do Flamengo

O Flamengo chegou ao fim de 2017 com apenas um título na conta: Campeonato Carioca, que, ainda assim, é uma competição de pouca representatividade se o valor investido pelo rubro-negro for levado em conta. Fora isso, dois vice-campeonatos (Copa do Brasil e Sul-Americana) deixaram o torcedor engasgado.




O meia Diego Ribas, principal referência da equipe, que acabou sendo criticado por não ser decisivo no momento em que era necessário, falou sobre a temporada e garantiu que em 2018 o aproveitamento será melhor.
– Oscilamos bons e maus momentos na temporada. Merecíamos títulos importantes, mas seguiremos trabalhando. A equipe vai fazer um 2018 de muita dedicação e trabalho. Com certeza, resultados virão – afirmou o camisa 35.
O atleta ainda completou, dando razão à torcida pelas cobranças realizadas ao time.
“O torcedor fez a parte dele, esteve presente. Temos que respeitar a insatisfação, mas não podemos parar. Devemos continuar com a esperança de que coisas boas virão. Tudo depende de como vamos encarar a situação”
Com 32 anos de idade, Diego foi recentemente sondado pelo Santos, mas prontamente recusou a equipe paulista. O seu contrato com o Mengão é até meados de 2019.
Fonte: Coluna do Flamengo

Em dois anos o Flamengo aumentou a folha mensal do futebol de R$ 8 para 11 milhões. Agora, pisa no freio. Com os resultados abaixo da expectativa em 2016 e 2017, a diretoria decidiu congelar novos investimentos e cobrar do departamento de futebol melhor desempenho, mesmo com um resultado financeiro importante — o clube fechou a temporada pela primeira vez com patrimônio líquido positivo, de R$ 38 milhões.
Para a próxima temporada, o diretor executivo Rodrigo Caetano precisará trabalhar com os recursos disponíveis e ajustar o elenco utilizando as próprias peças. Ou seja, vai contratar se vender ou emprestar os jogadores do clube. A ideia é ter mais eficácia no planejamento do que esse ano.
Vice-presidente de Planejamento do clube, Pedro Almeida explica o que a diretoria determinou para o ano que vem:
— Resolvemos fazer com que o futebol performe nesse patamar que chegou. E que caso queira gastar que gere receita com vendas ou desonerações. É uma mensagem importante. Pois obriga o futebol a tomar decisões e priorizar — analisou o dirigente.
Para colocar mais dinheiro no futebol, o clube poderia se endividar mais. Em 2017, a dívida caiu R$ 70 milhões e termina o ano em R$ 342 milhões. Deste montante, R$ 278 milhões de divida fiscal, R$ 41 milhões de empréstimo bancários e R$ 23 milhões de outras fontes.
Dessa forma outra saída seria cortar investimentos no Centro de Treinamento e Esportes Olímpicos. Nada disso. Como em 2018 o clube ainda precisa pagar por contratações, a cobrança é por mais desempenho.
—A despesa ao mês está entre as maiores do Brasil. Fizemos investimentos e subimos muito a folha de futebol. A cobrança está muito forte. Esse ano ficou abaixo da expectativa — confessou Almeida.

Fonte: EXTRA

A expectativa para terminar 2017 com títulos de grande expressão foi enorme durante toda a temporada do Flamengo. Mesmo chegando em finais e disputando a Libertadores, time falhou na hora de decidir e balanço do ano terminou com um sexto lugar no Brasileirão e o título carioca. 

O que era pra ser um "ano mágico", terminou com algumas frustrações e decepções. Em momentos decisivos, os principais nomes do time não conseguiram corresponder da forma que todos esperavam. 

Na Libertadores, Fla sofreu com a ausência de Diego, que se lesionou na partida contra o Atlético-PR. O camisa 35 ainda teve atuações bem apagadas nas finais contra o Independiente e contra o Cruzeiro, inclusive perdendo pênalti.

Assim como Diego, Everton Ribeiro esteve apagado na final da Sul-Americana, nos dois jogos. Chegada do camisa 7 foi cercada de expectativa, mas primeiros meses não agradaram muito aos torcedores. 

Mesmo com gols na final do Carioca, Everton e Guerrero também tiveram suas parcelas de culpa. O camisa 22 perdeu uma chance clara contra o Independiente no Maracanã e o centroavante desfalcou o clube na reta final por conta do doping. 

Após o vice-campeonato da Copa Sul-Americana, Diego não escondeu mais uma vez a decepção por não terem conseguido alcançar os objetivos traçados no início da temporada. 

- Foi um golpe bem duro, uma decepção muito grande, mas vamos seguir firmes para conquistar coisas grandes - disse Diego.

Fonte: Coluna do Flamengo

O ex-presidente do Flamengo Marcio Braga divulgou uma carta criticando a gestão de Bandeira de Mello. Braga reconheceu avanços administrativos no clube, mas citou algumas questões, como finanças e reforços para a temporada, para, ao fim da carta, pedir a saída do atual mandatário do Rubro-negro.



Marcio Braga é o presidente que mais vezes comandou o Flamengo (seis no total, sendo a última no período entre 2006 e 2009. Veja a carta abaixo.

Mensagem de Fim de Ano à Nação Rubro-Negra

O final de 2017 chega de forma muito dolorida para a Nação Rubro-Negra. Iniciamos sob a promessa de um ano mágico e terminamos empilhando decepções. A despeito disso, aos que se revoltam com a timidez do desempenho esportivo imediatamente nos é lembrado de que tempos idos houve campanhas muito piores.

Com o perdão da franqueza, trata-se de um argumento cínico. Se é verdade que já tivemos anos piores, não é menos verdade que as condições estruturais de outrora eram muito mais espinhosas e a despeito disso lutamos com suor e sangue para seguir em frente, com a união de todos na preservação da mítica do Manto Sagrado. Agora, com muito mais haveres à disposição, o Flamengo fraqueja e mostra conformismo e passividade diante das derrotas.

Sim, há avanços administrativos e não há razão para ignorá-los, ou melhor, é o caso de celebrá-los, porque ninguém deseja a volta do Flamengo caloteiro e carente de recursos. Mas mesmo neste particular há que se relativizar, porque 2 aspectos chamam atenção.

O primeiro é que o Flamengo de hoje, tal e qual um novo-rico, pôs-se a gastar à larga, a ponto de comprometer exercícios futuros com fortunas a serem pagas para atletas de desempenho mediano. São mais de R$ 56 milhões de direito de imagem para Muralha, Rômulo, Geuvânio, Everton Ribeiro, aos quais se somam mais de R$ 18 milhões de direitos econômicos de atletas como Berrio, Mancuello, Rodinei, Renê e os quase R$ 25 milhões para quitar o empréstimo para contratar Marcelo Cirino. Ou seja, R$ 100 milhões da nossa futura arrecadação para quase nada, sob as bênçãos de uma equipe dos chamados executivos regiamente remunerados, aliás em patamares jamais vistos na nossa instituição.

O segundo – e talvez mais importante – é que esse esforço de recuperação financeira não é obra exclusiva da direção atual, mas sim uma construção coletiva de todos nós, torcedores, associados do clube, conselheiros, porque nele empenhamos nossa esperança e paciência, na certeza de que dias melhores viriam e que teimam em não chegar. O verdadeiro credor do Flamengo é sua torcida, que merece receber com juros e correção monetária o investimento realizado na estabilização do clube.

Perder, ainda que seguidamente, é duro, mas faz parte do jogo. O que não aceitamos é atitude blasé que se tornou a marca registrada dos nossos fracassos e que nos brinda com cenas patéticas, como a exagerada comemoração pelo 6º lugar no campeonato brasileiro, com direito a uma foto que em tempos idos só se permitia quando acompanhadas de um troféu genuíno.

No Flamengo de hoje tudo é insosso, burocrático. O exemplo mais recente: em resposta ao trauma de milhares de rubro-negros que sofreram o horror das cenas de guerra no Maracanã na final contra o Independiente, o clube se limita a soltar uma nota oficial protocolar, esquecendo-se até de pedir desculpas a todos que pagaram caro para ao final serem vítimas de uma desorganização completa. Nada pode ser mais emblemático, o clube se porta como se o drama de seus torcedores não lhe dissesse respeito e é incapaz de demonstrar sequer um sentimento autêntico de solidariedade.

Para um 2018 melhor é necessário agir. Está provado de que o futebol está mal gerido, conduzido por gente que não entende a alma rubro-negra. Para sairmos do marasmo, é preciso mudar para valer. A menos que, ao contrário do que sempre pregaram, a direção do clube se resuma a esperar que a bola, um dia, entre por acaso.

Fora Bandeira! Renúncia já!

Saudações Rubro-Negras.

Marcio Braga.

 Com investimento acima de R$ 60 milhões em 2017, o Flamengo põe o pé no freio para ir ao mercado em 2018. No orçamento aprovado na última semana, o recado para a gestão do futebol foi a seguinte: é hora de vender e emprestar atletas se quiser usar recursos para contratar. Das receitas de R$ 477 milhões - inferior aos R$ 632 milhões de 2017, impulsionados pela venda de R$ 145 milhões de Vinicius Júnior e R$ 29 milhões de Jorge - apenas R$ 15 milhões estão previstos para contratações - como antecipou o jornal "Extra".

Dos R$ 15 milhões previstos para contratar, hoje há "apenas" R$ 5 milhões para se lançar ao mercado. Isto quer dizer que o orçamento "exige" R$ 10 milhões em vendas para poder lançar a receita para o futebol. Ou seja, o que entrar de dinheiro de negociações de atletas será diretamente levado ao futebol para contratações.
A intenção é negociar atletas que vieram a custo alto e não renderam como se esperava. Além de vendas, o futebol vai buscar mercado para Rômulo, Mancuello, Alex Muralha, entre outros. Caso não consiga venda, a ideia é até emprestar alguns jogadores – tudo para reduzir a folha salarial e abrir espaço para chegadas.
No orçamento, os custos com “despesas pessoal” – que inclui a folha de jogadores e todos funcionários remunerados do Flamengo – vai ter redução de R$ 3 milhões. Saindo dos atuais R$ 183 milhões do ano de 2017 para R$ 180 milhões. A folha do departamento de futebol deve se manter no patamar de R$ 10 milhões mensais.
Maior arrecadação com sócio torcedor
Outros números que foram analisados e aprovados pelo Conselho de Administração na última semana. Para a linha de patrocínios, publicidade e royalties, a previsão é de maior arrecadação, saindo de R$ 97 milhões para R$ 102 milhões – a maior parte dessas receitas com os patrocinadores Caixa, Carabao, além da fornecedora de material esportivo Adidas.
Ponto negativo do orçamento 2017, a bilheteria arrecadou menos R$ 12 milhões do que o previsto no início do ano. Na readequação do orçamento, aprovado no meio do ano, o Rubro-Negro baixou a expectativa de R$ 61 milhões para R$ 49 milhões. Em 2018, a previsão é de repetir os R$ 49 milhões de bilheteria.
Por outro lado, com a marca de 100 mil sócios torcedores em 2017, as receitas com o programa Nação Rubro-Negra terão crescimento, prevê o orçamento do Flamengo para 2018. De R$ 42 milhões neste ano para R$ 47 milhões nos próximos 12 meses.

Fonte: GE
Muralha em ação contra o Santos: jogador tem sondagens do futebol japonês e deve deixar o clube após dois anos na Gávea (Foto: André Durão)Muralha em ação contra o Santos: jogador tem sondagens do futebol japonês e deve deixar o clube após dois anos na Gávea (Foto: André Durão)

A imprensa espanhola afirma que o Real Madrid espera por Vinícius Junior em julho, mas se depender do garoto a ida para a Europa vai demorar um pouco mais. Neste sábado, após jogo beneficente promovido por ele, na Rua Bariri, em Olaria, ele garantiu que o assunto ainda não foi debatido, mas revelou sua vontade.
- Não decidimos nada ainda. Estou de férias há apenas três dias. Vamos pensar nisso só quando virar o ano. Mas pretendo ficar até o final do ano (de 2018). Depois que eu conquistar a Libertadores posso ir jogar tranquilo no outro clube (Real Madrid) - disse Vinícius.
Sobre as críticas da imprensa espanhola, que nesta semana chamou o atacante de um diamante que não brilha, Vinícius não se mostrou incomodado.
- Nem olho muito. Sei do meu potencial. Estou com a cabeça tranquila. Nunca deixei subir à cabeça nem fiquei cabisbaixo.

O que ainda o incomoda, de fato, é a perda da título da Sul-Americana. Na última quata-feira, com o Maracanã lotado, o Flamengo empatou por 1 a 1 com o Independiente e deixou o troféu escapar. Vinícius entrou no segundo tempo.
- Tentamos não pensar muito, mas quando vamos deitar vem na nossa cabeça que poderíamos ter saído com o título. Infelizmente não conseguimos. Bola para frente. Vou curtir um pouquinho as férias com a família e com os amigos. Ano que vem voltar focado e conquistar o máximo de títulos.

Fonte: GE

A temporada de 2017 foi especial para o jovem Lincoln. Depois de tantos anos de dedicação às categorias de base, o garoto teve a chance de ser promovido ao time profissional do Flamengo. Um sonho que Lincoln já carregava há muito tempo, desde a época que jogava em campinhos de terra no bairro Feu Rosa, na Serra, na Região Metropolitana do Espírito Santo.
Atrás dos seus objetivos, o garoto foi embora para o Rio de Janeiro há seis anos, mas faz questão de voltar ao local de onde saiu sempre que pode. E isso aconteceu mais uma vez nesta semana, quando Lincoln retornou ao Espírito Santo para curtir alguns dias das férias
Lincoln está completando 17 anos neste sábado e ainda tem um longo caminho para trilhar dentro do futebol. Fã do português Cristiano Ronaldo, a jovem promessa garante que ainda não pensa em jogar no futebol Europeu e espera um ano com muitos títulos em 2018. Confira a entrevista:
Qual balanço você faz da sua temporada em 2017?
Foi um ano muito bom para mim: título com a seleção sub-17, minha subida ao profissional. Poderia ter fechado o ano melhor, com essa Sul-Americana (que o Flamengo perdeu para o Independiente), mas foi um ano ótimo. Sou um Lincoln diferente. No sub-17 o jogo é mais corrido, é muito perde e ganha, no sub-20 isso diminui e no profissional ainda mais. Você tem que amadurecer, se adaptar à forma de jogar. Acho que amadureci bastante.
Lincoln no banco durante a partida da Copa Sul-Americana (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)Lincoln no banco durante a partida da Copa Sul-Americana (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Lincoln no banco durante a partida da Copa Sul-Americana (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Você é um garoto que saiu de uma realidade humilde e agora está em um dos maiores time do país. Sua vida mudou muito em pouco tempo. Como você lida com isso?
O importante é a essência. Ainda tenho a essência daquele Lincoln que jogava nos campos de Feu Rosa. Minha família sempre põe meus pés no chão para que nada suba à cabeça. Tenho que continuar trabalhando. Sigo muito focado, sabendo o que quero. Sou mais fechado, concentrado, essa é minha essência.
Qual a sensação de crescer no Flameng e ter a chance de ser integrado ao time profissional?
É gratificante, mostra que meu trabalho vem sendo bem feito. Foi um momento de muita alegria. Quando subi para o profissional, fui primeiro falar com a minha mãe e com o meu pai, dei um abraço neles e agradeci por tudo. Eles mudaram a vida deles por minha causa e está tudo dando certo.
Lincoln, atacante do Flamengo, com os pais e os dois irmãos (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)Lincoln, atacante do Flamengo, com os pais e os dois irmãos (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)
Lincoln, atacante do Flamengo, com os pais e os dois irmãos (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)
Como é a sua relação com técnico Reinaldo Rueda?
Ele e o Redin (Bernardo Redin, auxiliar) dão bastante conselhos e isso é muito bom para quem sobe da base. A língua eu não entendo tudo e O Cuéllar ajuda a traduzir. Ele preza muito a garra, a vontade.
Como é a amizade Vinícius Junior e os outros “garotos do Ninho”?
A nossa amizade é muito legal. Eu e o Vinícius jogamos juntos desde os 11 anos, a gente acompanhava o Paquetá, Vizeu e o Léo Duarte na categoria acima, o Klebinho também, que depois joguei junto no sub-20. A amizade só vem fortalecendo a cada ano.
Qual o seu maior ídolo no futebol?
É o Cristiano Ronaldo. Seria uma honra jogar com ele ,sou fãzaço pela ambição que ele tem, pelas metas que ele põe na carreira dele. É um cara extraordinário, que trabalha muito.
Cristiano Ronaldo é o maior ídolo de Lincoln (Foto: Javier Barbancho/Reuters)Cristiano Ronaldo é o maior ídolo de Lincoln (Foto: Javier Barbancho/Reuters)
Cristiano Ronaldo é o maior ídolo de Lincoln (Foto: Javier Barbancho/Reuters)
Você é um garoto que já despertou interesse de grandes clubes europeus. Como lida com esse assédio de outros como?
Meu pai e minha mãe são minha base, me dão conselho e me ajudam muito. (Ser procurado por outros clubes) É gratificante, mostra que o meu trabalho está sendo bem feito.
E tem vontade de fazer uma parceria com Vinícius Júnior no Real Madrid?
Deus está preparando algo bom pra mim, ele sabe o melhor momento.
O Flamengo perdeu a final da Copa do Brasil, da Sul-Americana e existe essa provocação dos torcedores rivais sobre o “cheirinho”. Isso incomoda os jogadores?
Não incomoda. A gente não liga para isso, não. A gente tenta não ligar para as críticas. Não podemos achar que somos os piores e nem podemos achar que somos os melhores. Tem que manter o equilíbrio.
O que pretende fazer durante as férias no Espírito Santo?
Lincoln, atacante do Flamengo, com a família no Espírito Santo (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)Lincoln, atacante do Flamengo, com a família no Espírito Santo (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)
Lincoln, atacante do Flamengo, com a família no Espírito Santo (Foto: Marcella Scaramella/Gazeta Esportes)
Vou ficar com minha família e reencontrar os amigos, muitos da época da escolinha do Jerê (onde o atacante começou sua carreira). Não sou muito de sair, sou bem reservado. Fico com minhas avós que não vejo o ano inteiro, vou no shopping
Quais seus planos para 2018?
Que seja um ano de muita glória, muitas vitórias e muitos títulos. É trabalhar para conquistar isso tudo. Meu contrato vai até o final de 2019. Meu trabalho vem sendo bem feito, sou do Flamengo e quero ficar no Flamengo.

Fonte: GE

MKRdezign

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