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Rhodolfo em Flamengo x São Paulo - Foto: Buda Mendes/Getty Images
O DIA: De volta a Ilha do Urubu, o Flamengo conquistou mais três pontos no Brasileiro. Com um gol no começo e outro no fim, a equipe carioca derrotou o Sport. O zagueiro Rhodolfo gostou da atuação dos cariocas na partida, apesar de alguns erros contra o time pernambucano.

''Nosso time entrou com uma postura diferente, tivemos uma conversa na semana. No fim do jogo não fomos tão bem, mas imprimimos ritmo de jogo. Temos que manter a mesma pegada e a mesma raça para jogar contra a Chapecoense'', afirmou.

Sobre Reinaldo Rueda, o defensor disse que o colombiano está tentando modificar a forma de jogar da equipe e por conta disso, a instabilidade é algo natural.

''Está tentando colocar em prática o trabalho dele, muita conversa. Mas é difícil manter padrão, tem que mudar muito a equipe. Mês decisivo, tem que mudar bastante. Mas sorte que o Flamengo tem um grupo de qualidade que dá conta do recado. Mas alguns jogadores vêm sem ritmo, não é tão fácil. '', disse.

A atuação de Alex Muralha também foi motivo de elogios de Rhodolfo. O zagueiro disse que o goleiro se sentiu abraçado pelo elenco.

''Conversamos bastante com ele. Sabe que o grupo tem muita confiança nele. Ele está motivado. Tem qualidade, não chega por acaso na seleção e em clube gigante como Flamengo. É pegar a confiança que ele tinha antes. A torcida foi fundamental também, isso dá uma motivação. É uma excelente pessoa e atleta. Temos que ajudar sempre'', disse.

ESPORTE INTERATIVO: Desde a chegada de Rueda, Everton Ribeiro briga pela titularidade no Flamengo. Sem estar inscrito na Copa do Brasil, o meia-atacante está em "desvantagem" em relação a Berrío. Mas, sempre que tem oportunidade, o camisa 7 rubro-negro mostra que tem potencial de ser o dono da vaga.

Na vitória do Flamengo sobre o Sport, por 2 a 0, no último domingo (17), por exemplo, Everton Ribeiro apareceu no time titular, ao lado de Diego, fez uma boa partida e, inclusive, marcou o segundo gol do triunfo rubro-negro (Guerrero marcou o primeiro).

Na arte abaixo, os números de Everton Ribeiro, que foram retirados do Footstats, no jogo contra o Sport.


Além dos números, o Esporte Interativo buscou o 'Mapa de Calor' de Everton Ribeiro durante o jogo. Durante os 90 minutos que esteve em campo, o meia-atacante buscou atuar pelas pontas e fazer boas jogadas com o parceiro Diego.


A boa atuação de Everton Ribeiro rendeu elogios do comandante Reinaldo Rueda. O colombiano ressaltou que o meia-atacante tem espírito de equipe.

"É um jogador com condições excepcional, tem grande sensibilidade para jogar futebol. É muito coletivo, muito inteligente. Teve muita participação, foi muito alegre. Foi determinante no primeiro gol, com concepção técnica. E foi oportunista para acompanhar o cruzamento de Berrío".

O Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira (20), contra a Chapecoense, pelo segundo jogo das oitavas de final da Sul-Americana, na Ilha do Urubu, às 19h15 (de Brasília).

Felipe, ex-goleiro do Flamengo - Foto: Buda Mendes/Getty Images
FO SPORTS: Depois de assumir o Flamengo após a quebra de um jejum de 17 anos com a conquista do Brasileirão de 2009, Patrícia Amorim não teve um triênio (2010-2012) dos melhores no clube. Mais de um ano e meio sem patrocínio, salários atrasados, além da saída de Ronaldinho Gaúcho pelas portas dos fundos em 2012. E tudo isso quase culminou com o rebaixamento para a segunda divisão daquele último ano de mandato. Quem confirma é um próprio atleta daquele elenco rubro-negro.

Em entrevista exclusiva ao FOXSports.com.br, o goleiro Felipe, também ex-Corinthians e que hoje está sem clube desde que deixou o Boavista após o Carioca deste ano, contou detalhes daquele ano macabro do time da Gávea. Segundo ele, o time, que não era dos melhores, só escapou da Série B graças à troca de comando técnico. Naquele ano, Luxemburgo, Joel Santana e Dorival Júnior foram os treinadores:

"Dorival salvou. Ele assumiu, fez milagre. Nossa equipe era limitada, dependia do Vagner Love, do Liedson. O Cleber Santana (jogador que morreu no acidente da Chapecoense, em novembro de 2016) começou a jogar muito. O Dorival colocou um trabalho novo que salvou a gente. O Flamengo iria cair", afirma Felipe, que explicou como surgiu toda a crise rubro-negra em 2012:

"O problema foi em 2012. Troca de treinador, mesmo com a classificação à fase de grupos da Libertadores. Depois teve a saída do Ronaldinho, salários atrasados, ano político. O clube não tinha estrutura. Brigamos para cair o ano inteiro. Foi bem doloroso". Naquele ano, o Flamengo terminou o Brasileirão na 11ª posição após uma arrancada nas rodadas finais, mas esteve na zona da degola por boa parte da competição.

Pará, lateral do Flamengo - Foto: Buda Mendes/Getty Images
LANCE: Nesta quarta-feira, o Flamengo volta a campo e dessa vez é para decidir quem avança para as quartas de final da Copa Sul-Americana contra a Chapecoense. Após o empate por 0 a 0 no jogo de ida, o lateral-direito Pará apontou os principais pontos fortes do adversário e espera que o Rubro-Negro não seja surpreendido dentro da Ilha do Urubu.

- Eles têm uma equipe qualificada, com bom jogo aéreo e jogadores rápidos. Temos de tomar cuidado para não sermos surpreendidos, até porque os times de menor expressão vêm bastante fechado. Temos de ter paciência, porque a Chape tem jogadores rápidos que podem decidir o jogo a qualquer momento.

O camisa 21 também elogiou o começo de trabalho e convivência com Reinaldo Rueda.

- Está sendo bacana. Bem evolutivo. Ele procura sempre conversar conosco para entendermos um pouco mais do que ele coloca em campo. Está sendo tranquilo, legal. Um treinador que dispensa comentários. Ganhou tudo por onde passou.

Pará também comentou o rodízio de jogadores que o técnico colombiano vem realizando no clube e garantiu que todos estão dando o melhor para poderem jogar.

- Vejo com naturalidade, porque temos um elenco forte. Aqueles que entram em campo dão o melhor para poder jogar. Temos de estar preparados. Se dermos mole, como falamos na gíria do futebol, o outro vem e passa por cima.

Ronaldo, jogador do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
COLUNA DO FLAMENGO: Convidado do programa Expediente Futebol, dos canais Fox Sports, o volante Ronaldo, jogador do Flamengo, emprestado ao Atlético-GO, falou sobre a relação dele com o técnico Zé Ricardo, contestado, na época, por não dar oportunidade para jogadores da base.

“O Zé Ricardo até quanto estive lá, gostava muito da base, acolheu todos os jogadores. A oportunidade não veio por opção dele. Acabou não tendo espaço, fui um deles. Acabei procurando em outro lugar”, afirmou a joia rubro-negra.

Em duas partidas com a camisa do Dragão, Ronaldo marcou um dos gols da vitória sobre a Ponte Preta fora de casa. O volante falou sobre o momento que está vivendo.

“Eu tô muito feliz no Atlético-GO. Tanto eu, quanto o Flamengo, decidimos que precisava jogar, pegar experiência. O Atlético-GO deu assistência e estou podendo aproveitar de melhor maneira”, finalizou.

Com apenas 20 anos, a joia só vestiu cinco vezes o manto sagrado flamenguista, nesta temporada, não marcando gols.

Gazeta Press
MAURO CEZAR PEREIRA: Domingo o Flamengo registrou prejuízo pelo terceiro jogo seguido com seu mando no Campeonato Brasileiro. Contando a Copa Sul-americana, são quatro partidas com o borderô no vermelho, com o menor público da Ilha do Urubu registrado na partida com o Palestino — 5.170 pagantes, 6.074 presentes e R$ 200.405,00. Domingo, contra o Sport, déficit de R$ 118.925,75 após os R$ 242.900.00 proporcionados por 7.220 pagantes, num total de 9.527 presentes.

Somando os três jogos mais recentes pela Série A o prejuízo do Flamengo atuando na Ilha é de R$ 239.937,29 — R$ 100.039,34 diante do Atlético Goianiense, R$ 20.972,20 contra o Atlético Paranaense e R$ 118.925,75 na peleja com o Sport. No ano passado, atuando no Pacaembu com ingressos a partir de R$ 40 (inteira), o Flamengo arrecadou R$ 814.885,90 diante do Figueirense e R$ 493.661,77 na partida com o Santa Cruz. Média de R$ 654.273,83, em outro Estado.

Está claro que mesmo com a redução de preços para a peleja contra o Sport (a partir de R$ 80 a inteira para não participantes do programa Sócio Torcedor Nação Rubro-negra) os valores ainda estão caros para o bolso do torcedor. Com um agravante: os associados têm preferência e compram todos, ou quase todos, os bilhetes do setor norte, os mais baratos, se é que podemos chamar assim do estádio. Com isso, restam aos demais setores cujos valores são mais “salgados”.

Em outros momentos nos quais o Flamengo estava em má fase a baixa frequência era até certo ponto compreensível. Não hoje, com o bom elenco, de elevado investimento, e disputando títulos, em que pese o fracasso na Libertadores e a mediana campanha na Série A. É incrível que alguns dirigentes não se incomodem com tão poucos rubro-negros frequentando o pequeno estádio da Ilha.

É óbvio que o presidente tem outras preocupações, embora não deva deixar isso de lado. A nova foi a Liminar do Supremo Tribunal Federal que desobriga clubes de cumprir obrigações financeiras do Profut. Eduardo Bandeira de Mello foi o dirigente que mais batalhou pela aprovação do programa de socorro às agremiações, com contrapartidas, que vão se esfarelando. Fica claro que o jogo é bruto, pesado.

É inegável que o Flamengo vem mantendo desde 2013 sua política de pagamento de dívidas, reestruturação financeira e postura séria num ambiente no qual cartolas devem sem se importar. Certos de que nada acontecerá. Com o Profut os caloteiros poderiam ser rebaixados por não cumprirem seus compromissos financeiros. Após a liminar do STF ganharam um sinal verde para dever à vontade, sem risco de punição esportiva. Vale tudo, como sempre foi.

Sim, o futebol tem seu universo muito peculiar e está cada vez mais claro que para ter um time mais forte não basta andar na linha. Outros, que ignoram questões de governança, com administrações bizarras, gastando mais do que arrecadam e devendo a Deus, ao mundo e “ao cara da padaria”, conseguem, ainda assim, ter bons elencos. Por que a impunidade aos calotes impera, e continuará existindo. Ser “certinho” não é o bastante.

E fica mais difícil sem a torcida ao lado, barrada pelo bolso, com arquibancadas frias, jogadores em campo (nunca falarão isso, mas sentem, é claro) desanimados com tantos lugares vazios ao redor. Fica feio para a imagem do clube, o mando de campo não é o mesmo e, dá prejuízo. É preciso  admitir que essa receita não tem nada de bom. E mudar urgentemente.

O que o Flamengo não pode abandonar é a seriedade administrativa. Se outros clubes seguem dando calotes, trabalhando nos bastidores pela impunidade, pelo menos nisso o torcedor rubro-negro pode se orgulhar. Seu clube pode até não ser campeão em campo, muito menos campeão em dívidas, com nome sujo na praça. Essa característica vai ficando cada vez mais para trás, no passado. Pena que outros sigam remando para o lado contrário.

Éverton Ribeiro, do Flamengo, sorrindo - Foto: Gilvan de Souza
UOL: A diretoria é só elogios ao meia Everton Ribeiro nos bastidores do Flamengo. Na Gávea há pouco mais de três meses (105 dias), o camisa 7 enfrenta uma espécie de período de provação, mas nem sequer isso é capaz de abalar a admiração do clube e da torcida por ele. E tudo em meio ao jogo mais importante do Rubro-negro em 2017: a decisão da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, dia 27, no Mineirão.

Como chegou após o fim das inscrições na competição mata-mata, o jogador não pode participar da campanha. Isso faz com que fique fora de alguns jogos importantes enquanto o técnico Reinaldo Rueda busca a melhor formação em um Flamengo desfalcado para a final. Eleito o melhor atleta do Campeonato Brasileiro nos anos de 2013 e 2014, Everton Ribeiro tem status de craque e titular absoluto. De fato, lidar com o banco de reservas não é fácil.

É neste aspecto que a inteligência para entender o momento delicado que o clube passa e a paciência entram em campo. Mesmo sem poder atuar, o meia conversou com o treinador para saber os planos. Foi explicado que ele ficaria fora de algumas partidas para dar rodagem ao time que pode jogar na Copa do Brasil. É claro que nenhum atleta, principalmente quando se é contratado por R$ 22 milhões, gosta da reserva. Everton, no entanto, entendeu o processo e se colocou à disposição para ajudar quando necessário.

A postura de acatar a decisão em um estágio no qual o Flamengo pode mudar de patamar na temporada foi elogiada. Everton Ribeiro, inclusive, tem comparecido ao lado de Diego Alves, Rhodolfo e Geuvânio - também contratados após as inscrições - aos jogos do Rubro-negro na Copa do Brasil.

"Ele é fora de série, inteligente e com a sensibilidade dos grandes jogadores para entender o momento importante que o clube passa. É lógico que sabe da sua qualidade, da importância que tem para o Flamengo, mas deixou claro que o clube está em primeiro lugar por conta de um jogo fundamental na temporada", disse um dirigente do Rubro-negro.

Passado o dia 27 de setembro, Everton Ribeiro já não precisará de tanta paciência. Como mostrou o UOL Esporte, o plano do técnico Reinaldo Rueda é utilizá-lo junto com Diego. O comandante colombiano sabe que prescindir do talento do jogador é entrar em rota de colisão com a torcida, embora não manifeste tal cenário publicamente. Após a vitória por 2 a 0 sobre o Sport - com um gol do camisa 7, que jogou 90 minutos -, sobraram elogios.

"Everton tem uma condição excepcional e grande sensibilidade para jogar futebol. É muito coletivo e inteligente. Ele teve muita participação e alegria. Foi determinante no primeiro gol, com concepção técnica. E foi oportunista para acompanhar o cruzamento do Berrío e fazer o seu", afirmou Rueda.

"Falei desde o primeiro dia que eles [Everton Ribeiro e Diego] podem jogar juntos. Se entendem, se buscam. Não podemos na final da Copa do Brasil por conta da inscrição. Trabalhamos para isso", completou o técnico.

Com a serenidade caraterística no ainda pouco tempo de Flamengo, Everton Ribeiro também analisou a situação atual. O meia realizou 19 jogos e fez seis gols com a camisa rubro-negra.

"Não posso jogar a Copa do Brasil, entendo isso. Tento ajudar a equipe sempre que possível. É bom para todo mundo o time contar com cada vez mais qualidade, mas sabemos que isso não acontece em alguns jogos. Diego e eu nos entendemos muito bem. Saímos vencedores e merecedores. Conversamos para encaixar as jogadas. Um atua mais aberto e o outro pelo meio", encerrou.

Foto: Reprodução Instagram
EXTRA GLOBO: O goleiro Alex Roberto será o titular do Flamengo na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, dia 27 de setembro, no Mineirão. Para dar segurança a ele, que não faz boa temporada, a torcida rubro-negra resolveu acolhê-lo. Na vitória por 2 a 0 sobre o Sport, no fim de semana, Alex teve o nome gritado pelos torcedores e correspondeu com uma atuação segura.

E, com novo ânimo, Alex voltou a aparecer nas redes sociais. Na noite desta segunda-feira, a mulher do jogador, Tayrine Seifert, postou uma foto em que Alex Roberto aparece sorridente em um jantar.

“Família”, escreveu Tayrine na legenda de uma das fotos.

A tendência é que Alex também seja titular no fim de semana contra o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro. Contra a Chape, nesta quarta pela Sul-Americana, fica a dúvida sobre quem joga: ele ou Diego Alves.

Éverton Ribeiro, do Flamengo, chutando - Foto: Gilvan de Souza
EXTRA GLOBO: Reinaldo Rueda reabriu a briga por posições no Flamengo mesmo às vésperas de disputar a final da Copa do Brasil. A principal delas envolve os dois melhores jogadores do time, Diego e Éverton Ribeiro. O tratamento dado pelo técnico às estrelas, colocando-as sob pressão e sem vaga garantida, surte efeito em momento decisivo. Dos sete gols do Flamengo em sete jogos com Rueda, quatro foram da dupla, dois de Ribeiro e dois de Diego. Os demais foram marcados por Guerrero, Arão e Paquetá.

Depois de ver Diego brilhar em um primeiro momento, o comandante colombiano observa o crescimento de Ribeiro após sua barração, e deve dar nova chance ao camisa sete entre os titulares no jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, amanhã, contra a Chapecoense. Provavelmente ao lado de Diego.

Em cinco jogos com Rueda - já que não pode atuar pela Copa do Brasil -, Ribeiro atuou 90 minutos em três oportunidades, duas pelo Brasileiro e uma na Primeira Liga. Apenas em um jogo do Brasileiro o meia começou no banco, mas entrou no fim. O mesmo aconteceu diante da Chapecoense pelo jogo de ida da Sul-Americana. O jogador foi sacado pela primeira vez diante do Atlético-PR, e Rueda disse que a disputa seria com Diego, mas que eles poderiam jogar juntos às vezes.

O camisa 35, que deu lugar a Ribeiro naquela oportunidade, ficou mais pressionado. Diego esteve em campo durante o jogo todo apenas duas vezes das seis possíveis sob o comando de Rueda. Na estreia contra o Botafogo e diante do Cruzeiro, ambas pela Copa do Brasil. Na Primeira Liga, sequer foi relacionado. Pelo Brasileiro, foi substituído três vezes, e no clássico com o Botafogo sequer entrou em campo. Das vezes em que foi trocado, em duas deu lugar a Éverton Ribeiro, contra Atlético-PR e Chapecoense, no fim do jogo.

Ao fim das contas, Diego segue com status de titular, mas não intocável, e volta a crescer de produção próximo de partidas decisivas. Mas Éverton Ribeiro precisou de menos minutos em campo para fazer mais pelo Flamengo até agora.

Disputa em campo, amizade fora das quatro linhas

Se dentro de campo Diego e Éverton Ribeiro ainda buscam a melhor afinação, fora das quatro linhas o entrosamento é desde o começo da parceria. Recém-chegado, o camisa sete se escorou no amigo que veste a 35 para se adaptar ao Rio enquanto busca espaço no time.

A última aparição da dupla foi no domingo, depois de ajudarem o Flamengo bater o Sport, por 2 a 0, na Ilha do Urubu . Os jogadores aproveitaram para curtir o Rock in Rio em família e duelaram no video-game.

A parceria se estende às esposas. Os jogadores posaram na folga com as respectivas durante um passeio em uma praia da cidade com os filhos. Os encontros se estendem a outros casais do elenco.

No dia a dia do clube, Diego e Éverton Ribeiro tem posturas um pouco distintas. Líder técnico e porta-voz do elenco, Diego faz jus ao seu tempo de casa e tem o perfil de conversar mais com integrantes da comissão técnica. Enquanto Éverton Ribeiro, recém-chegado, se enturma primeiro com os atletas.

Diferente de outros clubes, no Flamengo não há mais a realização de rachão antes das partidas. Nem com Reinaldo Rueda nem com Zé Ricardo a prática era vista. Então não houve tempo para Diego e Éverton Ribeiro se entrosarem sem pressão. É em jogos para valer que ambos precisam se buscar.

Fora de campo, a carona é garantida e a parceria já deu certo. Agora, a torcida do Flamengo espera que ela se estenda ao campo. Sem poder atuar na Copa do Brasil, Éverton Ribeiro é esperança no Brasileiro e nas fases finais da Sul-Americana, quando terá que provar que pode jogar ao lado de Diego para não ficar no banco de reserva.

Vinicius Júnior comemorando classificação do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
EXTRA GLOBO: Reinaldo Rueda tem pouco mais de um mês no comando do Flamengo, mas o período já foi suficiente para o treinador se encantar com o jovem atacante Vinicius Júnior. Em entrevista à rádio espanhola “Cadena SER”, o treinador rasgou elogios ao menino de 45 milhões de euros (cerca de R$ 167 milhões).

“Dentro de campo, ele está provando o que já vemos há dois anos nas suas participações nos times de base do Brasil. Ele tem grande condição técnica, potência física e essa grande vocação de gol que crescerá ainda mais. Vai certamente ficar mais maduro”, disse Rueda.

O colombiano afirmou ainda ter se surpreendido com a promessa.

“Vinicius me surpreendeu pelo seu controle mental. Sua transferência para o Real Madrid não mudou seu comportamento. Segue muito humilde e comunicativo com seus companheiros”.

Por fim, Rueda disse que o Flamengo trabalha firme para transformar Vinicius em uma “realidade”.

“No Flamengo estamos trabalhando para potenciar esse grande talento que ele tem, para ser uma realidade no futebol mundial”.

Vinicius estreou no profissional do Flamengo neste ano. Ele tem 25 jogos com três gols marcados. Vendido ao Real Madrid há alguns meses, ele deve se transferir para o clube espanhol em 2019.

Alan Ruschel e Willian Arão em Chapecoense x Flamengo - Foto: Rafael Bressan
GOAL: Antes da grande final contra o Cruzeiro, o Flamengo tem pela frente o importante duelo contra a Chapecoense, pelo jogo da volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana e é exatamente por isso que o time Rubro-Negro vai precisar controlar a ansiedade.

A eliminação precoce na Copa Libertadores da América e a distância na briga pelo título brasileiro transformaram a temporada da equipe numa grande decepção para os torcedores que esperavam um ano mágico. Mas ainda que esses títulos tenham ficado para trás, o time de Reinaldo Rueda pode terminar o ano bem caso faturo a Copa do Brasil e a Sul-Americana.

Seriam três títulos no ano, uma vez que o Flamengo faturou o Campeonato Carioca de forma invicta, feito bastante considerável. Isso somado a mais duas conquistas, uma de nível nacional e outra internacional transformaria o natal Rubro-Negro em alegria e daria mais confiança para 2018.

Mas para que isso seja possível, a equipe tem que controlar a ansiedade pelo jogo decisivo contra o Cruzeiro e se concentrar no confronto contra a Chapecoense, nesta quarta-feira. O primeiro duelo foi muito ruim e por sorte o time de Reinaldo Rueda não saiu derrotado de campo.

Dentro de casa, o Flamengo tem tudo para fazer uma partida melhor além de mais material humano para isso. Neste domingo, por exemplo, Rueda testou Diego e Everton Ribeiro juntos, o que deu certo e resultou numa grande atuação do camisa 7.

Sem Everton, que luta contra o tempo para se recuperar de uma lesão é possível que o treinador opte por colocar Everton Ribeiro em campo mais uma vez. Por mais que o jogador não possa atuar contra o Cruzeiro é importante usar as melhores armas que tiver para que o Flamengo conquiste a vaga nas quartas de final e siga com possibilidade de garantir um título internacional.

O Flamengo encara a Chapecoense nesta quarta-feira(20), às 19h15, na Arena do Urubu, no Rio de Janeiro. A equipe precisa da vitória ou de um empate com gols para avançar na competição.

Ilha do Urubu, estádio do Flamengo - Foto: Camilo Coelho
EXTRA GLOBO: Em 12 jogos na Ilha do Urubu, o Flamengo conseguiu até agora 78% de aproveitamento (9 vitórias, um empate e duas derrotas), mas o desempenho em campo não se repete no público e na renda das partidas. Especialmente no Brasileiro. O prejuízo nas últimas três participações, contra Atlético-GO, Atlético-PR e Sport, pode ser interrompido no jogo de amanhã contra a Chapecoense, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. Os jogos de mata-mata são ideais para atrair a Nação.

Até agora apenas cinco mil ingressos foram vendidos. No clube, a baixa procura ocasional é atribuída ao apelo dos confrontos. De olho na final da Copa do Brasil e distante do título brasileiro, a torcida tem mantido ocupação média de 59% do estádio Luso-Brasileiro, com 11.936 pagantes por jogo.

Diante do Sport, porém, foram pouco mais de sete mil pagantes, o que representará prejuízo no boletim financeiro ainda nao divulgado. No jogo anterior, diante do Atlético-PR, o déficit foi de R$ 20 mil. No antes desse, contra o Atlético-GO, chegou a R$ 100 mil.

Por outro lado, no geral, levando em conta todos os estádios que mandou seus jogos, o Flamengo ocupa o oitavo lugar no ranking de público, com média de pouco mais de 14 mil pagantes.

A diretoria rubro-negra e o departamento de futebol avaliam como satisfatória a participação do público na Ilha do Urubu, mesmo sem tanta procura. O clima de caldeirão é preservado mesmo sem o estádio estar lotado. Entretanto, os dirigentes ainda buscam soluções para equilibrar o alto preço dos ingressos sem deixar de dar vantagens aos sócios-torcedores. Mesmo assim entendem que no Maracanã o prejuízo seria muito maior.

A Ilha do Urubu foi inaugurada no dia 14 de julho, contra a Ponte Preta. Desde então, o Flamengo busca uma alternativa para a construção de um estádio próprio e já assinou opção de compra de um terreno na Avenida Brasil para uma arena para 55 mil pessoas. A Ilha do Urubu será usada provisoriamente até o estádio sair do papel, já que o Maracanã é carta fora do baralho atualmente.

Escudo do Flamengo na Ilha do Urubu - Foto: Gilvan de Souza
ESPN: Considerando os 16 times que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro em 2016 e seguem na elite em 2017, o Flamengo é o clube que, percentualmente, mais perdeu público até agora na competição. Na temporada passada, no Brasileirão, a média de público do Flamengo como mandante foi de 24.542 pessoas. Na atual edição do campeonato, a média é de 14.574 espectadores, registrando uma queda de aproximadamente 40%.

Atuando na Ilha do Urubu durante boa parte do Campeonato Brasileiro, o Flamengo não tem conseguido lotar o estádio, que possui capacidade estimada para 20.215 pessoas. A média flamenguista de pagantes na Ilha é de 11.936 torcedores, com ocupação média do estádio de 59%, segundo dados do GloboEsporte.com.

O maior público no estádio até aqui foi na partida entre Flamengo e Grêmio, na qual os gaúchos levaram a melhor pelo placar de 1 a 0. Na ocasião, 16.960 pessoas pagaram o ingresso, ou seja, 83% da Ilha do Urubu estava ocupada no duelo. Isso, porém, representou apenas o 12º maior público da equipe na temporada. O novo caldeirão flamenguista não tem fervido tanto quanto se imaginava.

No Campeonato Brasileiro, a ocupação média do Flamengo como mandante é de 58%, com o ticket médio custando R$ 57. Aliás, os preços cobrados pela diretoria do clube nos ingressos têm sido criticados por enorme parte da torcida, principalmente por aqueles que não pertencem ao programa de sócio-torcedor.

Conselheiros e grupos dentro do clube também se manifestaram recentemente contrários à política de ingressos adotada pela gestão de Eduardo Bandeira de Mello. É comum ver preços de bilhetes ultrapassando a casa de R$ 280.

Além disso, a comissão técnica do Flamengo tem priorizado em muitos momentos da temporada as disputas pelos títulos da Copa Sul-Americana e da Copa do Brasil. Como o time carioca está bem distante do líder Corinthians na tabela do Campeonato Brasileiro há algumas rodadas, o foco tem sido direcionado em várias oportunidades para as competições de mata-mata.

Nos últimos três compromissos da equipe pelo Brasileirão na Ilha do Urubu, por exemplo, contra Sport, Atlético-PR e Atlético-GO, o público pagante não chegou a 8.500 pessoas em nenhuma das três partidas. No Brasileiro da temporada passada, mesmo jogando em diferentes estádios, por vezes no Kleber Andrade, em Cariacica, o Flamengo apresentou números superiores quanto à presença de público. O fato de ter lutado na reta final pelo título nacional contribuiu também para o maior apoio dos torcedores.

Os números:

Flamengo - Média de público no Brasileiro de 2016: 24.542 / Média de público no Brasileiro de 2017: 14.574 / Diferença: -40%

Vitória - Média de público no Brasileiro de 2016: 13.996 / Média de público no Brasileiro de 2017: 8.955  / Diferença: -36%

Cruzeiro - Média de público no Brasileiro de 2016: 20.591  / Média de público no Brasileiro de 2017: 14.154 / Diferença: -31%

Atlético-MG - Média de público no Brasileiro de 2016:  18.560  / Média de público no Brasileiro de 2017: 14.379 / Diferença: -22%

Ponte Preta - Média de público no Brasileiro de 2016: 5.309  / Média de público no Brasileiro de 2017: 4.529 / Diferença: -14%

Palmeiras - Média de público no Brasileiro de 2016: 32.470 / Média de público no Brasileiro de 2017: 32.034 / Diferença: -1,3%

Atlético-PR - Média de público no Brasileiro de 2016:  15.751 / Média de público no Brasileiro de 2017: 15.630 / Diferença: - 0,7%

Sport - Média de público no Brasileiro de 2016: 11.968 / Média de público no Brasileiro de 2017: 12.397/ Diferença: 3,5%

Grêmio - Média de público no Brasileiro de 2016: 20.450 / Média de público no Brasileiro de 2017: 22.956/ Diferença: 12%

Santos - Média de público no Brasileiro de 2016: 11.255 / Média de público no Brasileiro de 2017: 13.782 / Diferença: 22%

Chapecoense - Média de público no Brasileiro de 2016: 7.611 / Média de público no Brasileiro de 2017: 9.543 / Diferença: 25%

Corinthians - Média de público no Brasileiro de 2016: 28.764 / Média de público no Brasileiro de 2017: 38.697 / Diferença: 34%

Coritiba - Média de público no Brasileiro de 2016: 9.893 / Média de público no Brasileiro de 2017: 13.384 / Diferença: 35%

Botafogo - Média de público no Brasileiro de 2016: 7.258 / Média de público no Brasileiro de 2017: 10.240 / Diferença: 41%

São Paulo - Média de público no Brasileiro de 2016: 22.512 / Média de público no Brasileiro de 2017: 32.411 / Diferença: 43%

Fluminense - Média de público no Brasileiro de 2016: 9.139 / Média de público no Brasileiro de 2017: 14.735 / Diferença: 61%

Alex Muralha, do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
LANCE: A tarde do último domingo foi especial para o goleiro Alex Muralha. Atravessando um momento ruim na sua passagem pelo Flamengo, o camisa 28 teve o nome gritado pelos torcedores na Ilha do Urubu e uma atuação segura dentro dos noventa minutos contra o rival pernambucano.

Na última segunda-feira, o zagueiro Rhodolfo falou com os jornalistas no Ninho do Urubu e disse que Muralha ficou muito feliz com o jogo que fez diante do Sport. O camisa 44 também elogiou bastante o companheiro e garantiu que ele tem o apoio de todo mundo de dentro do clube.

- Ficou bastante feliz, ele sabe que o grupo tem confiança nele. Chegou à Seleção, está no clube grande que é o Flamengo, tem qualidade. Falta um pouco da confiança de ontem, o grupo todo confia nele e o torcedor gritando o nome dele ontem foi fundamental para ele, isso dá uma motivação maior.

Alex Muralha será o titular do Flamengo no segundo jogo da final da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, que está marcado para o próximo dia 27, no Mineirão. Diego Alves não está inscrito na competição e Thiago, que atuou no jogo de ida, está com uma lesão na mão esquerda.

Everton em Flamengo x Cruzeiro - Foto: Gilvan de Souza
SPORTV: Se o retorno de Guerrero no jogo de volta da final da Copa do Brasil é motivo de alegria para o torcedor rubro-negro, do lado do Cruzeiro o atacante peruano é uma preocupação para o duelo que vale a taça, na outra quarta-feira, dia 27. Questionado sobre o jogador no "Bem, Amigos!", o zagueiro Léo elogiou o rival e admitiu que a presença do camisa 9 vai exigir uma marcação firme para que a Raposa saia com a vitória e o título.

- O Guerrero é um bom centroavante, que protege bem a bola, finaliza bem, se posiciona bem, é um jogador que tem diminuir muitos os espaços, prevenir muito a ação dele no meio da partida, é um jogador que tem que ser marcado de perto, com certeza - disse, concordando com o comentarista Caio Ribeiro, que destacou a presença de Guerrero após ter cumprido suspensão.

Após o empate em 1 a 1 no primeiro confronto, no Maracanã, quem vencer leva o troféu. Como não há critério de desempate por gol fora de casa, qualquer empate leva a decisão para os pênaltis. Ainda que a Raposa decida em casa, Léo evita apontar favoritismo.

- Acredito que a final, esse jogo está em aberto, o jogo de ida foi muito difícil, é contra uma equipe muito difícil, com jogadores de qualidade, que têm muita técnica, jogadores experientes. Se tivesse a questão do gol fora de casa talvez teríamos uma vantagem, mas o jogo está em aberto ainda. Vai ser um jogo no Mineirão, disputadíssimo, mas com a força do nosso torcedor, a presença daquele estádio, que vai estar lotado, aquela energia bonita, que a gente possa fazer um bom jogo e conquistar nosso objetivo - completou.

Antes da decisão, o Cruzeiro entra em campo pelo Campeonato Brasileiro, mas Mano Menezes vai escalar uma equipe reserva para enfrentar o Atlético-GO, domingo, às 16h, fora de casa. Na sexta colocação com 37 pontos, a Raposa tenta encostar no G-4, enquanto o adversário amarga a lanterna, com 22.

Muralha - Foto: Reprodução
GLOBO ESPORTE: Os próximos oito dias serão de intenso preparo técnico e psicológico para Alex Muralha. O goleiro vive o momento de maior provação desde que chegou ao Flamengo. Mesmo em uma temporada ruim, na qual perdeu a vaga de titular, ele tem a chance de redenção no gol rubro-negro na final da Copa do Brasil. Para ganhar ritmo, voltou ao time titular contra o Sport e ajudou a equipe a vencer na Ilha do Urubu.

Diante do momento de evidência do jogador, o GloboEsporte.com foi atrás dos lances da carreira que deram origem ao seu apelido. Bastante questionado por seu aproveitamento ruim no clube, curiosamente foram defesas em cobranças de pênaltis que geraram o seu ''segundo nome''.

O ano era 2012. Atuando pelo Comercial, ele iniciou a temporada defendendo um pênalti no clássico de Ribeirão Preto, diante do Botafogo-SP. No entanto, destacou-se mesmo ao defender duas cobranças contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. Depois disso, a torcida de seu antigo time fez uma faixa o apelidando de Muralha. Nome que o acompanharia dali em diante.

- O Alex foi um goleiro muito seguro nesse período. Chegou a pegar dois pênaltis no mesmo jogo contra a Ponte Preta e outros pênaltis em outros jogos. Além de salvar várias vezes fazendo defesas cara a cara. Como qualquer goleiro ele também cometeu erros, mas obteve muito mais acertos do que falhas - lembrou o preparador Leandro Franco, que trabalhava no Comercial com o goleiro.

O primeiro pênalti foi cobrado pelo atacante Roger, que hoje defende o Botafogo. O segundo, por Renato Cajá, que voltou para a Ponte. Apesar da atuação do goleiro, o Comercial perdeu aquele jogo por 1 a 0, pelo Campeonato Paulista. Na época com 22 anos, Muralha deixou claro que preferia um resultado positivo aos pênaltis defendidos.

No último sábado, o Flamengo informou que Thiago sofreu uma fratura no punho esquerdo. Com isso, dificilmente poderá atuar na final da Copa do Brasil, onde disputava vaga com Muralha. Diego Alves não está inscrito no torneio. A decisão será dia 27, contra o Cruzeiro, no Mineirão.

A pouco mais de uma semana da final, Rueda tem nos planos a ideia de utilizar Muralha novamente no Campeonato Brasileiro - sábado, contra o Avaí. A tendência é que Diego Alves retorne ao time no segundo jogo das oitavas de final da Sul-Americana, nesta quarta, contra a Chapecoense.

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