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Foto: Divulgação
FOX SPORTS: A tragédia do voo da Chapecoense continua rendendo homenagens no Brasil e no mundo. Nesta sexta-feira (2 de dezembro), o Flamengo anunciou em sua conta no Twitter que as lojas oficiais do clube estamparão de forma gratuita a frase #ForçaChape nas camisas da equipe. A ação é válida para uniformes novos ou antigos.

Além da frase solidária, o Rubro-Negro entrará em campo na próxima partida do Campeonato Brasileiro, no dia 11 de dezembro, contra o Atlético-PR, com o escudo da Chapecoense na camisa de jogo. Antes da partida, a entrada em campo será feita com o próprio uniforme da equipe catarinense.

Outras homenagens às vítimas foram feitas. No treinamento da última quarta-feira (30 de novembro), os atletas realizaram uma corrente no centro do gramado do Ninho do Urubu com direito ao minuto de silêncio. No mesmo dia, a diretoria anunciou que a nova sala de imprensa no CT, que será inaugurada no dia 13 deste mês, ganhará o nome de Victorino Chermont, repórter FOX Sports e torcedor do Flamengo. Ele era uma das vítimas envolvidas no acidente.


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O TEMPO: O Corinthians foi mais um a entrar na onda de solidariedade e homenagens às vítimas do trágico acidente aéreo em Medellín, no início da semana. Nesta sexta-feira, o clube paulista anunciou a decisão de batizar com o nome de um dos 71 mortos uma das salas no estádio Itaquerão.

Através das redes sociais, o Corinthians confirmou que Lilácio Pereira Jr., conhecido como Jumelo, dará o nome à sala de cabines de TV do Itaquerão. Lilácio era coordenador de transmissões da Fox Sports, corintiano e estava frequentemente trabalhando no estádio do clube.

Antes do Corinthians, o Flamengo havia anunciado que Victorino Chermont, repórter da Fox Sports, dará seu nome à sala de imprensa do Ninho do Urubu, enquanto Guilherme Marques e Guilherme Van der Laars, ambos repórteres da Rede Globo, serão homenageados nas cabines de televisão do Engenhão. Já o Fluminense batizou a sala de imprensa de seu novo CT com o nome de Paulo Júlio Clement, comentarista da Fox Sports.

Torcedor e sócio do Figueirense, André Podiacki, jornalista do Diário Catarinense, dará nome à sala de imprensa do Estádio Orlando Scarpelli. Já Djalma Araújo, cinegrafista da RBS que cobria diariamente o clube, será homenageado com um espaço dentro da sala de imprensa do Centro de Formação e Treinamento do Cambirela.

O Goiás ainda não informou se vai oferecer homenagem semelhante a Ari Ferreira Júnior, premiado cinegrafista da Globo. Torcedor esmeraldino, entretanto, terá seu velório no ginásio do clube, na Serrinha.

Todos estes nomes eram profissionais de imprensa que viajavam para Medellín junto com o elenco da Chapecoense pra cobrir a primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional. A queda do avião na Colômbia deixou 71 mortos.

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ESTADÃO: Depois de Botafogo, Figueirense e Flamengo, o Fluminense também vai homenagear um dos jornalistas mortos no acidente aéreo com o avião da Chapecoense, terça-feira, na Colômbia. Torcedor tricolor, Paulo Julio Clement, comentarista da Fox Sports, vai emprestar seu nome à sala de imprensa do novo centro de treinamento do clube do Rio, na Barra.

"Convivi bastante com ele. Perdemos pessoas com quem convivi bastante durante a minha gestão. Pessoas que passei a admirar e estou sentindo falta. É o Paulo Julio (Clement), o Victorino (Chermont)... É muito difícil. A decisão já foi tomada de nomear a sala de imprensa do novo CT com o nome dele. Estamos nos últimos acertos para o velório ser aqui nas Laranjeiras. Da parte do Fluminense terá todo apoio", disse o presidente do Flu, Peter Siemsen.

Comentarista da Fox, PJ Clement, como era conhecido, viajava a Medellín para comentar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana. Aos 51 anos, o jornalista estava no canal desde 2012, depois de ter sido diretor de esportes do Sistema Globo de Rádio e de ser repórter e editor de alguns dos principais jornais do Rio, como O Globo, Jornal do Brasil e o extinto Marca Brasil.

Antes do Flu, o Flamengo havia anunciado que Victorino Chermont, repórter da Fox Sports, dará seu nome à sala de imprensa do Ninho do Urubu, enquanto Guilherme Marques e Guilherme Van der Laars, ambos repórteres da Rede Globo, serão homenageados nas cabines de televisão do Engenhão.

Torcedor e sócio do Figueirense, André Podiacki, jornalista do Diário Catarinense, dará nome à sala de imprensa do Estádio Orlando Scarpelli. Já Djalma Araújo, cinegrafista da RBS que cobria diariamente o clube, será homenageado com um espaço dentro da sala de imprensa do Centro de Formação e Treinamento do Cambirela.

O Goiás ainda não informou se vai oferecer homenagem semelhante a Ari Ferreira Júnior, premiado cinegrafista da Globo. Torcedor esmeraldino, entretanto, terá seu velório no ginásio do clube, na Serrinha.

Todos estes nomes eram profissionais de imprensa que viajavam para Medellín junto com o elenco da Chapecoense pra cobrir a primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional. A queda do avião na Colômbia deixou 71 mortos.

Torcida do Internacional está preocupada com o rebaixamento - Foto: Divulgação
BAND: O STJD se manifestou sobre o polêmico ‘tapetão’ protagonizado pelo Internacional no final do Brasileirão. Em entrevista à Rádio Bandeirantes RS, Ronaldo Piacente, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, se mostrou preocupado com o atual cenário do Campeonato Brasileiro e avisou que se sentir que o Inter tenta se beneficiar, vai punir o Colorado.

"Isso está me parecendo uma tentativa do Inter para não ser rebaixado. Vou ficar muito atento quanto a isso. Se eu sentir alguma manobra, vou agir e punir o clube. Nós vamos agir sim para que ninguém se beneficie da tragédia dos outros. Estamos diante de uma situação atípica. Temos que tomar cuidado na hora de tomar decisões”.

Ronaldo Piacente deixou claro que quer resolver essa questão ainda em 2016 e que o STJD vai trabalhar até próximo ao Natal para solucionar o caso. Ele também afirma que consultou a Fifa para saber sobre a irregularidade apontada pelo Inter e avisou que no ‘tapetão’ o Inter não vai conseguir se salvar.

“Vejo como uma manifestação desesperado do presidente Píffero para não ser rebaixado. No tapetão, o Inter não vai ganhar. Só se tiver uma prova robusta que prova a irregularidade. Ninguém vai desmoralizar o tribunal e o campeonato. Futebol se ganha dentro de campo. Nós vamos analisar tudo dentro das normas”.

"Infelizmente, tem essa cultura do ‘jeitinho brasileiro’. Isso nós não podemos aceitar.Todo o final de campeonato é a mesma história. Isso é lamentável.", concluiu.

Foto: Site oficial do Atlético-PR/Marco Oliveira
GLOBO ESPORTE: O lateral-direito Léo quer fechar a temporada 2016 com chave de ouro. De olho na vaga para a Libertadores da América do próximo ano, o jogador do Atlético-PR mira a vitória sobre o Flamengo, na última rodada do Campeonato Brasileiro, e valoriza a campanha da equipe comandada pelo técnico Paulo Autuori na competição. O time rubro-negro é o 5º colocado, com 56 pontos.

- Esta vaga é fundamental para o clube e para todos os jogadores. Além disso, valoriza o que fizemos durante o ano e também essa boa campanha no Brasileirão. Estar na Libertadores é importante e para isso temos que manter a tranquilidade durante o jogo. Vamos trabalhar bem para vencer o Flamengo - disse o camisa 33 ao site oficial.

Titular absoluto na lateral direita, Léo atuou em 29 das 37 partidas disputadas no Brasileirão e também esteve no grupo que se classificou em 2013 para a disputa da Libertadores do ano seguinte. O jogador prevê dificuldades na última partida da temporada.

- Será uma partida difícil, mas precisamos da vitória para não ter que depender de outros resultados - completou.

Com futuro indefinido para 2017, já que pertence ao Flamengo e seu empréstimo ao Furacão termina no dia 31 de dezembro, Léo ainda agradeceu a mobilização da torcida para o duelo decisivo na Arena da Baixada. Nesta semana, os atleticanos esgotaram os ingressos para a partida.

- É bom saber desta força que teremos. Ter a torcida ao nosso lado será fundamental. O torcedor sempre é o nosso 12º jogador. Contamos com esta ajuda durante o jogo para que possamos fechar o ano com uma vitória.

Para se classificar à Libertadores, o Atlético-PR precisa vencer o Flamengo. Em caso de empate ou derrota, o time vai depender dos resultados de Botafogo e Corinthians, que enfrentam Grêmio e Cruzeiro, fora de casa, respectivamente. Neste cenário, um dos dois times precisa perder. 

Se o Atlético-MG conquistar a Copa do Brasil, o Furacão também já estará classificado à Libertadores. Com isso, o G-6 viraria G-7, abrindo mais uma vaga. Vale lembrar que o Tricolor gaúcho venceu o jogo de ida por 3 a 1, no Mineirão, e pode até perder por 1 a 0 que garante o penta no torneio nacional. Uma derrota por dois gols de diferença leva a decisão para os pênaltis, já que não há saldo qualificado.

Por conta do trágico acidente aéreo com a delegação da Chapecoense, em Medellín, na Colômbia, a 38ª rodada foi adiada. A CBF decretou luto de sete dias no futebol brasileiro, e os jogos, que seriam realizados no próximo domingo acontecerão no dia 11.

Foto: Gabriel Mansur
GLOBO ESPORTE: No dia 28 de dezembro, Zico organiza o seu já tradicional Jogo das Estrelas, no Maracanã. Comovido com a tragédia ocorrida com o avião da Chapecoense, que caiu na Colômbia na madrugada da última terça-feira, o Galinho planeja homenagens, inclusive com a presença de representantes da equipe catarinense e do Atletico Nacional, que disputaria a final da Copa Sul-Americana e prestou um lindo tributo aos brasileiros.

Filho de Zico e organizador do evento, Júnior Coimbra disse que o objetivo é tentar dar um pouco de conforto para quem está sofrendo.

- Não tinha como ser diferente. Assim que tomamos conhecimento desse terrível acidente, já começamos a nos mobilizar. A Chapecoense, os jornalistas, as vítimas e seus familiares merecem todas as homenagens. Assim como o Atletico Nacional, que tem dado um lindo exemplo para o mundo. Queremos receber representantes dos dois clubes para fazer um evento que possa confortar ainda mais todas essas pessoas. Estamos fechando todos os detalhes para realizar uma edição histórica - afirmou.

Zico atualmente dirige o FC Goa, da Índia, e acompanhou de longe as notícias sobre a tragédia. Ele lembra com carinho dos muitos amigos que perdeu.

- É muito dolorido. Nunca tinha perdido tantos amigos de uma só vez. Guilherme Laars jogou com meus filhos no Nova Geração. Fui técnico dele. Joguei com o Mário Sérgio na seleção e, quando comecei no Flamengo, ele estava lá. Victorino Chermont, Paulo Júlio Clement, Caio Jr., Duca... Cezinha era fisioterapeuta e esteve lá no Kashima. Anderson, filho do Paulo Paixão, amigo de longa data... Enfim, dias muito sofridos para o mundo do futebol. Brasileiros aqui do Goa jogaram com alguns que estavam na Chapecoense. Só temos que rezar em memória daqueles que Deus levou. Que Ele possa confortar e dar muita força aos familiares dos que se foram. Esperamos fazer uma bonita homenagem a todos eles no Maracanã, o palco maior do futebol - disse o Galinho.

Fotos: Divulgação
NÚMEROS DA BOLA: Cada vez mais, os números têm sido importantes para a análise de reforços no futebol. Algumas das principais características dos atletas podem ser avaliadas usando seus dados estatísticos na temporada.

Para os clubes que precisam de novos ‘garçons’ para suas equipes, a Série B pode ser uma fonte de reforços. Apenas três assistências separam os líderes deste fundamento do 15º, segundo dados do Footstats.

No top 15, veteranos como Nenê e Gérson Magrão, mas também jovens como Zé Rafael e Rossi. Algum destes cairia bem no seu time? Confira a lista:

MAIORES GARÇONS DA SÉRIE B 2016
– Dados do Footstats

1º – Nenê – Vasco – 9
Nádson – Paraná – 9
3º – Jean Carlos – Vila Nova – 8
Marlon – Brasil de Pelotas – 8
Roberto – Criciúma – 8
6º – Marcos Serrato – Tupi – 7
Magno Cruz – Atlético-GO – 7
Diogo Oliveira – Brasil de Pelotas – 7
Marcos – CRB – 7
10º – Rossi – Goiás – 6
Zé Rafael – Londrina – 6
Gilsinho – Atlético-GO – 6
Gérson Magrão – CRB – 6
Marco Antônio – Náutico – 6
Tiago Luís – Paysandu – 6

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: Em um jogo totalmente físico, o Flamengo venceu a Liga Sorocabana, por 81x74, e conquistou sua quinta vitória na temporada 2016-2017 do NBB. Único time invicto na competição, o Rubro-Negro contou com atuação excelente de JP Batista, que está vivendo um momento fantástico.

Após o triunfo, JP conversou exclusivamente com o GRN, elogiou a LSB e engrandeceu o resultado:

"O time deles é muito bem treinado, sabe movimentar a bola e joga o tempo inteiro na pegada. Defensivamente, isso faz diferença, então, existe um mérito. Em nenhum momento nós jogamos de forma confortável, mas conseguimos manter uma distância suficiente no placar. Eles chutaram muito de fora e, na nossa estratégia, não estávamos esperando esse tipo de jogo. No fim, soubemos manter a experiência e conquistamos uma vitória importantíssima."

Indagado sobre as marcações especiais que vem sofrendo, o jogador preferiu avaliar o sistema utilizado por José Neto:

"Eu não sei se é bom ou ruim (risos), mas como falei antes, quando entro em quadra, só quero ter um impacto positivo. Nos momentos que eu fico no garrafão e recebo a bola, busco chutar ou dar uma assistência para os alas. Nós temos um sistema em que os laterais fazem bloqueios e, muitas vezes, ficam livres. A gente faz isso bem, os adversários já perceberam e estão tentando eliminar um pouco. De qualquer forma, se for para o um contra um, vou ser agressivo. Meu único objetivo é ajudar o Flamengo a vencer."

Autor de 22 pontos no confronto, o camisa 13 opinou sobre a invencibilidade, mas lembrou da meta final:

"Nós tivemos dois jogos em casa e o resto fora. Esses três jogos longe foram duríssimos. Se você for pegar a estatística, vai ver isso. Muitos times que vão fazer essas viagens, não conseguirão os resultados. Para nós, começar bem é importante demais. O NBB está super nivelado e não podemos ficar acomodados com as cinco vitórias. Queremos o título e temos que trabalhar para continuar evoluindo."

Rodinei e Jorge rindo durante treino do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
EXTRA GLOBO: Foram 116 dias fora do Rio, longe das famílias, em viagens que, somadas, comprometeram 47 sessões de treinamento. Mesmo assim, o Flamengo terminou 2016 na briga pelo título brasileiro. Em seu segundo ano na liderança de 500 funcionários do clube, o diretor executivo Rodrigo Caetano conseguiu superar um início de temporada de questionamentos e fez o departamento de futebol funcionar sem casos de indisciplina, com um elenco, segundo ele, digno de representar as cores do Flamengo e torná-lo, novamente, “protagonista”.

— Aqui no Brasil só se exalta o campeão, se esquece do segundo ou terceiro, o quanto foi difícil uma campanha. A autoestima foi resgatada. Viajei e vi que os torcedores se viram representados nesse grupo. Independentemente do jogo do Atlético-PR, vale ressaltar a grande campanha, apesar de não termos sido campeões — disse o dirigente em entrevista coletiva no Ninho do Urubu.

Caetano liderou o dia a dia no Ninho do Urubu mesmo com o erro de planejamento da diretoria, que não encontrou uma casa para jogar no Rio no início da temporada. Inibiu questionamentos e manteve o grupo motivado. Embora no decorrer das campanhas eliminações tenham ocorrido, o saldo, segundo ele, foi positivo.

— Tem que exaltar e valorizar a campanha no Brasileiro. Não iniciamos bem o ano, a gente ia fazer investimentos no decorrer do período. O orçamento previa, e temos um rigor. A gente conseguiu voltar a ser protagonista. Flamengo foi um dos clubes que não demitiu treinador. Tem resultado do trabalho iniciado pelo Muricy Ramalho. Zé Ricardo e Jayme deram continuidade. Números do Brasileiro foram excelentes, com recorde de pontos nos pontos corridos, por detalhes ou outros motivos o título não veio esse ano. Mas esses títulos estão mais próximos do que distantes. Houve uma doação muito grande — ressaltou.

O dirigente agradeceu a jogadores e funcionários por conta da dedicação no ano atípico. Mesmo com o dobro da quilometragem percorrida em relação a outros clubes, foram poucas lesões.

— Tivemos inúmeros avanços. Apenas seis problemas musculares, número baixíssimo nessa maratona. Espero que o torcedor reconheça isso.

Marcelo Moreno quer voltar ao Flamengo - Foto: Divulgação
ESPN: Constante alvo de clubes brasileiros, Marcelo Moreno está livre no mercado após duas temporadas defendendo o Changchun Yatai-CHI. Depois de marcar 13 gols e ajudar a equipe a escapar do rebaixamento na Liga Chinesa, o boliviano aguarda uma definição do seu futuro enquanto passa férias em Porto Alegre.

"Estou no meu melhor momento profissionalmente. A China me fez ver um futebol e uma vida diferente dentro e fora de campo. Morar aqui me deu a chance de ver as coisas de outra forma. É um momento que quero aproveitar", disse o atacante, ao ESPN.com.br.

Depois de ser emprestado ao Cruzeiro e vencer o Campeonato Brasileiro sob comando do técnico Marcelo Oliveira, em 2014, ele foi defender o time chinês.

"Eu consegui fazer duas ótimas temporadas. No início tem aquela turbulência pelo fato de ser tudo novo e isso te traz um novo desafio. Você a cada dia se cobra mais e ser mais profissional para dar seu melhor. Depois que me foquei mais as coisas evoluíram".

O maior problema logo que chegou ao país foi com a comunicação com os habitantes locais e fazer as coisas mais cotidianas.

"No início era muito mímica, que era minha melhor amiga (risos). Toda hora falando com tradutor e tentando se fazer entender".

"China é totalmente diferente, outra cultura e nos surpreendemos com muita coisa. Como os jogadores e comportam com as situações da vida e do futebol. O idioma é difícil e isso só complica as coisas. Depois, você ganha a confiança deles e vai se soltando".

Além do Brasil, Moreno já jogou na Ucrânia, Inglaterra e Alemanha. Porém, em nenhum deles o atleta acredita ter visto tantas situações diferentes.

"Eu morei em vários países, mas esse foi o mais difícil, com certeza. A minha cidade tem 8 milhões, para o Brasil é gigante, mas lá não. Muitas pessoas não falam inglês, por isso fica mais difícil se comunicar. Com o tempo peguei umas coisas e fui sendo ajudado pelos habitantes".

O boliviano diz ter algumas propostas, mas ainda não definiu seu futuro para a próxima temporada.

"Meu contrato vai até 31 de dezembro e o clube quer renovar comigo. Ainda estou pensando nisso, tenho sondagens de times da China, Brasil e Europa. Quero ver o que é mais concreto eu tomarei uma decisão. Não posso errar porque é um lugar que farei muitos gols com certeza".

"Eu devo definir isso até o final do ano. Quando o mercado esquentar mais, o Brasileiro irá terminar e ficará mais forte em negociações".

Ele também não descarta um retorno aos times que atuou no Brasil, como Cruzeiro Vitória, Flamengo e Grêmio. 

"Eu sempre fui muito bem recebido em todos os clubes que joguei. Por onde passei consegui grandes coisas e tenho carinho por eles. Se tiver uma proposta eu vou pensar com esse sentimento que temos pelo clube que joguei".

TRISTEZA NO FLAMENGO

Entre todas as equipes que defendeu no futebol brasileiro, Marcelo Moreno revela que ficou chateado com sua passagem pela Gávea, em 2013.

"Tem situações que precisamos tomar algumas decisões. Eu gostaria de estar 100% quando fui ao Flamengo. Não estava no meu melhor momento porque estava três meses afastado no Grêmio depois de problemas com o Luxemburgo. Era um time que queria muito mostrar meu trabalho e que infelizmente não consegui. Tive muito pouco tempo de preparação".

O centroavante perdeu espaço para Hernane Brocador, fez 21 partidas e marcou cinco gols com a camisa rubro-negra.

"Mesmo assim, consegui uma Copa do Brasil, mas individualmente não consegui mostrar meu futebol. Seria essa uma coisa que me dói muito. Sempre tive apoio do torcedor flamenguista e queria retribuir mais dentro de campo. Não foi o momento certo, mas tentei de tudo para estar bem. Isso pesa, porque queria dar alegria o torcedor flamenguista como dei nos outros times que passei".

VOLTA EM GRANDE ESTILO À SELEÇÃO

Outra mudança na carreira do jogador foi o retorno à seleção boliviana, após ficar 14 meses afastado por problemas com Julio César Baldivieso, antigo treinador da equipe. Com a chegada de Ángel Guillermo Hoyos, o ex-cruzeirense voltou e marcou um gol na partida contra o Paraguai por 1 a 0 nas Eliminatórias para a Copa do Mundo.

"Foi muito emocionante. Depois de tanto tempo voltar e fazer um gol, a seleção precisava vencer. Para mim, a seleção sempre será tudo. É o máximo para jogador de futebol. Graças a Deus estamos indo pelo caminho certo e torcemos para que voltem os quatro pontos que nos foram tirados. Acho que é o justo".

A Bolívia perdeu a pontuação depois de ter sido acusada de ter escalado de forma irregular o zagueiro Nelson Cabrera, que é paraguaio naturalizado boliviano.

A equipe ocupa a penúltima posição com sete pontos, 12 a menos do que a Argentina, quinta colocada e que está na zona da repescagem.

"Sendo bem realista é bem difícil conquistar uma vaga na Copa do Mundo. Mas temos que buscar fazer nosso trabalho, tentar ganhar os jogos e ver o que como ficará. É muito difícil sonhar com o Mundial agora".

Michel Bastos mandando torcida do São Paulo ficar quieta - Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
EXTRA GLOBO: No planejamento para 2017, a diretoria do Flamengo tem como prioridade contratar pelo menos um jogador capaz de dar opções táticas variadas ao técnico Zé Ricardo. E um dos nomes avaliados é de Michel Bastos, que está de saída do São Paulo. O meio-campo e lateral seria uma espécie de coringa, alternando as posições.

Aos 32 anos, o jogador já manifestou o interesse em mudar de ares devido ao ambiente conturbado no clube paulista, onde não atua há um bom tempo. O Santos também se colocou no páreo e o Flamengo adotará, caso a negociação evolua, a estratégia de colocar jogadores na vitrine para uma troca com o São Paulo.

A diretoria rubro-negra mantém a política de não comentar negociações, mas admite internamente as conversas. Os representantes de Michel Bastos também confirmam o interesse do Flamengo, embora não tenham recebido proposta concreta do clube. Até o momento, o empresário Emmanuel de Kerchove aguarda contato, mas um intermediário já faz a ponte inicial com o Flamengo no Rio.

Com contrato no clube paulista até o fim de 2017, Michel Bastos precisaria aceitar a condição inicial de reserva do lateral Jorge, mas a possível negociação do jovem para a Europa facilitaria o processo. Um dos cotados para servir de moeda de troca é Marcelo Cirino, mas o Flamengo terá fartura de atletas retornando de empréstimo para oferecer ao São Paulo.

Camisa do Flamengo com escudo da Chapecoense - Foto: Flamengo / Divulgação
UOL: Os clubes que participam do Campeonato Brasileiro se uniram para ajudar a Chapecoense a se reerguer após o trágico acidente que matou 71 pessoas. A maioria já se disse disposta a emprestar jogadores sem custo aos catarinenses.

Logo no dia seguinte à tragédia, eles lançaram notas oficiais lamentando o fato e encheram suas páginas nas redes sociais com homenagens ao time de Santa Catarina. Veja quais outras ações os clubes já anunciaram que farão na última rodada do Brasileiro, marcada para o próximo dia 11.

Palmeiras

O campeão brasileiro recebeu o aval de seus patrocinadores para usar a camisa da Chapecoense na última rodada do campeonato, contra o Vitória, na Bahia. O Palmeiras foi o último time a enfrentar a Chape, no domingo passado.

Vitória

Em ação conjunta com o Palmeiras, o Vitória também usará uniforme da Chape no jogo no Barradão. Os baianos vestirão a camisa branca, enquanto os paulistas terão o uniforme principal, predominantemente verde.

Corinthians

Com um veto tradicional ao verde por conta da rivalidade com o Palmeiras, o Corinthians já cogita entrar em campo com traços da cor na última rodada. Desenhos de uniformes corintianos já vêm sendo estudados pela diretoria, que diz precisar conversar com patrocinadores para confirmar a ideia.

Flamengo

Entrará em campo com a camisa da Chape e depois usará no jogo seu uniforme branco com o escudo catarinense em preto e branco. O uniforme será doado aos catarinenses para que se faça um leilão. O clube também batizará uma sala de imprensa de seu centro de treinamento com o nome de Victorino Chermont, jornalista que morreu no acidente.

São Paulo

Planeja entrar com um uniforme preto com detalhes em verde e leiloar peças utilizadas pelos jogadores para arrecadar fundos e doar aos familiares das vítimas.

Figueirense

Os catarinenses vão usar o escudo do rival na própria camisa, além de estampar nela o nome das vítimas do acidente na Colômbia. A sala de imprensa do Orlando Scarpelli também será batizada com o nome de André Podiacki, jornalista morto no acidente.

Atlético-MG

O rival da Chapecoense na última rodada já declarou que não vai entrar em campo. Antes havia iluminado sua sede de verde. Também conversam com o Grêmio para definir que tipo de homenagem será feito no jogo de volta da final da Copa do Brasil, a primeira partida no Brasil após a tragédia com a delegação catarinense.

Cruzeiro

Mineiros e catarinenses têm a Umbro como fornecedora de material esportivo, e isso facilitaria a cessão de uniformes da Chape ao Cruzeiro. O clube celeste já disse que fará homenagens na última rodada, contra o Corinthians, mas ainda não definiu como. Uma possibilidade é entrar em campo vestido com o uniforme catarinense.

Grêmio

Além de negociar com o Galo homenagens na final da Copa do Brasil, os gaúchos já viram seu técnico, Renato Portaluppi, conceder entrevista coletiva vestido com o uniforme da Chape.

Coritiba

A grande final da Sul-Americana seria no Couto Pereira e por isso o Coritiba anunciou que fará um culto ecumênico em seu estádio no dia 7 de dezembro, data marcada para a partida. A Chapecoense não podia atuar em seu estádio por conta do regulamento da Conmebol, que diz que apenas estádio com capacidades para no mínimo 40 mil pessoas possam sediar a final.

Atlético-PR

O Furacão também ignorou a rivalidade local e iluminou seu estádio de verde. O clube também estuda novas homenagens para a última rodada.

River Plate

Os argentinos, que jogaram contra a Chape na Sul-Americana do ano passado, entraram em campo com o distintivo do clube no peito na última quinta-feira. Outros clubes como Racing e Huracán anunciaram que farão o mesmo. No domingo, O River promete usar um uniforme predominante verde.

Atlético Nacional

Depois de fazer uma emocionante homenagem na quarta em seu estádio, o Nacional quer jogar todo de preto sua próxima partida para marcar o luto que está vivendo.

Cádiz

O clube da segunda divisão espanhola disse que vai convidar a Chapecoense para participar do torneio Ramón da Carranza na próxima temporada. Todas as despesas seriam pagas pela refeitura da cidade e toda a renda do jogo seria revertida às famílias das vítimas.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
UOL: Para desistir de uma partida no Campeonato Brasileiro, os clubes estão sujeitos ao julgamento da Confederação Brasileira de Futebol e da TV Globo. Os contratos de transmissão firmados pela emissora carioca possuem multas para casos de W.O., conforme apuração do UOL Esporte. Pode pesar no bolso, portanto, a decisão de alguns clubes de desistir da última rodada.

Os acordos firmados entre clubes e o conglomerado de mídia do Rio de Janeiro possuem multas para casos de W.O. O valor do castigo varia de R$ 1 a 7 milhões, de acordo com o tamanho do contrato das instituições – quem recebe mais, portanto, paga mais.

O tema W.O. retornou à tona durante a tarde da última quinta-feira, quando o Atlético-MG negou-se a viajar à Chapecó para enfrentar a ainda em luto Chapecoense, no próximo dia 11.

A desistência atleticana conta com o apoio do clube catarinense e da TV Globo, que trata este caso como uma exceção; a emissora também considera não haver clima para a realização do jogo no próximo dia 11.

Em nota enviada à reportagem do UOL Esporte, a emissora carioca evita se antecipar de qualquer decisão, como a revogar a multa para Atlético-MG e Chapecoense, em caso de desistência da partida.

Entretanto, a consternação pela morte de 71 pessoas no acidente com a delegação da Chapecoense obriga o grupo midiático a tratar este caso de maneira diferenciada.

"Estamos diante de um quadro absolutamente atípico, traumático, tanto para o mundo do futebol como para a imprensa esportiva. Não nos cabe, neste momento difícil, em que muitas decisões ainda estão sendo tomadas, especular ainda mais sobre este cenário", posiciona-se, em nota, a TV Globo.

"O momento é o de aguardar pela conclusão de clubes e CBF e o de zelar pelo melhor do futebol, pelo melhor para os atletas e para o público", completa o comunicado enviado.

A exceção analisada para Atlético-MG e Chapecoense não cabe a Internacional, América-MG e Figueirense, equipes que demonstraram o interesse de não atuar na última rodada marcada para o dia 11. Desta forma, a alta multa do contrato de TV surge como um empecilho para qualquer desistência de uma equipe.

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
GLOBO ESPORTE: Sem estádio fixo para jogar até o fim de outubro, o Flamengo foi primeiro colocado do Brasil em viagens. E para amenizar o desgaste dos deslocamentos, o clube optou por fretar voos em boa parte dos jogos que disputou ao longo de 2016, inclusive para sua única viagem internacional do ano. Em todas, escolheu aviões das principais companhias do país, que, na avaliação de sua diretoria, significam maior segurança e, por consequência, preços mais caros.

A estimativa é de que o fretamento do voo da LaMia que levaria a Chapecoense até Medellín tenha custado cerca de R$ 500 mil. Em setembro, o Flamengo viajou para o Chile para enfrentar o Palestino, pela Copa Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro em voo fretado, numa aeronave da companhia Gol. O custo aproximado é de R$ 800 mil.

Ao longo de 2016, o Flamengo adotou a prática de fretar voos para cruzar o Brasil. Principalmente os de volta. A ideia era retornar para o Rio de Janeiro logo após os jogos e aumentar o tempo de descanso dos atletas. O clube manteve a prática de solicitar, junto às agências de viagem contratadas, voos das grandes companhias do Brasil. As mais usadas pelo Rubro-Negro foram Gol e Azul. Os custos de cada perna variaram - em trechos nacionais - de R$ 80 mil a R$ 300 mil, dependendo da distância.

“Durante a temporada de 2016, seguramente o Flamengo foi o clube que mais viajou no país, percorrendo a distância de duas voltas e meia em torno da Terra. Neste período, por diversas oportunidades, o Flamengo optou por voos fretados para melhorar a logística e dar mais conforto aos jogadores e à comissão técnica. Geralmente, a agência responsável faz uma cotação nas quatro principais companhias aéreas do Brasil (Avianca, Azul, Gol e Tam), levando em consideração, claro, horários, custo, capacidade, dias de utilização e distância percorrida”, explicou o Flamengo em comunicado ao GloboEsporte.com.

Em 2016 o Flamengo disputou 28 partidas como mandante fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e nelas percorreu quase 28 mil quilômetros. Praticamente todas as vezes em que o clube negociou o mando de campo de algumas partidas – principalmente em Brasília e Cariacica – a equipe se deslocou em voos fretados.

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