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Torcida do Flamengo fazendo "ola" no Mané Garrincha, em Brasília - Foto: Júlia Mesquita
ESPN: Dos 27 clubes brasileiros, a maioria da primeira divisão, que tiveram seus balanços analisados pelo Itaú BBA, apenas 11 reduziram suas dívidas entre 2015 e 2016. Dois não registraram alteração e 14 ampliaram seus déficits, apesar do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro), ao qual a maioria aderiu e que logo reduziu drasticamente o endividamento acumulado em décadas com o governo federal. Os números foram obtidos pelo blog com exclusividade.

O cenário é pior quando é feita a comparação de 2013 com 2016. No período, que começa antes da criação do programa que renegociou as dívidas das agremiações com o Estado, apenas quatro reduziram seus déficits, um ficou na mesma, e 22 ampliaram os seus endividamentos. O Cruzeiro conseguiu elevar o que deve em valores maiores do que a redução obtida pelo Flamengo em tal período.

Clubes mais endividados do Brasil - Foto: Reprodução
"É importante explicar o que está englobado no conceito de dívida que trabalhamos. Trata-se da soma de dívida bancária, naturalmente com bancos ou similares; operacionais, que são dívidas com impostos correntes e fornecedores, basicamente valores a pagar a outros clubes pela aquisição de atletas; e tributárias, que são impostos renegociados, e inclui o Profut", esclarece César Grafietti, superintendente de crédito do Itaú BBA e coordenador do trabalho.

Clubes que mais reduziram a dívida em 2015 e 2016
Foto: Reprodução
O estudo é anualmente desenvolvido pela equipe do banco, e revela que, mesmo com mais um programa de socorro criado para os clubes de futebol, a maioria deve como sempre. O trabalho é baseado exclusivamente em informações públicas, sem contato com os clubes, e ressalta que alguns apresentam balanços detalhados, mas há enorme dificuldade em ter a mesma confiabilidade em todos. Um exemplo: não foi possível analisar o Atlético Goianiense, devido à pouca qualidade das informações.

"Sobre a relação dívida/faturamento, não é a melhor forma de analisar. O ideal é comparar com o EBITDA, porque é o recurso que sobra depois das receitas pagarem as despesas correntes, que são salários, encargos, custos gerais e administrativos", explica Grafietti. Neste item o pior desempenho é o do Fluminense em 2016, seguido do Internacional. Mas chama a atenção a situação do Corinthians, que melhorou seu EBITDA (veja o gráfico abaixo), mas segue muito atrás de Flamengo e Palmeiras, os melhores.

São Paulo e Vasco, que completam o quinteto das maiores torcidas do país, também têm resultados melhores no quesito. Se consideramos o potencial de faturamento do clube, são índices sofríveis. Um evidente desperdício de potencial. Detalhe: os cálculos extraídos do balanço corintiano não incluem o estádio de Itaquera e a milionária dívida que ele representa, na casa do bilhão de reais. "Está num fundo ao qual não temos acesso", frisa Grafietti.

Lucro dos Clubes na s temporadas 2014, 2015 e 2016 - Foto: Reprodução

Réver, do Flamengo, segurando latinha da Carabao - Foto: Reprodução
MÁQUINA DO ESPORTE: É um pouco injusto cobrar dos clubes brasileiros que gerem receitas diretamente de suas redes sociais. Na condição de “influenciadores online”, categoria cada vez mais valorizada no mercado, os times teriam que aceitar acordos com valores aquém do aportado por seus outros parceiros.

Segundo levantamento do Forbes, os influenciadores no mercado americano são mais valorizados quando estão no Youtube, em detrimento de Instagram e Twitter. No Brasil, a distância entre as redes parece ainda maior; são os ‘Youtubers’ que mais faturam no país.

O problema é que, segundo levantamento da Época Negócios, um acordo com os maiores influenciadores, aqueles que chegam a ter 10 milhões de inscritos no Youtube, gira entre R$ 50 mil para um anúncio simples a R$ 150 mil por uma campanha.

Pela Forbes, o Facebook valeria cerca de dois terços do Youtube. O que significa que, hoje, uma campanha na página do Flamengo, por exemplo, está avaliada em R$ 100 mil. Para a equipe, o valor não é significante. Não dá para colocar no mesmo nível de entrega que o clube faz com a Carabao, empresa que investirá R$ 35 milhões ao ano a partir de 2018.

Poderia, claro, haver um contrato anual, de R$ 1 milhão. Mas a estratégia não faz sentido para uma campanha de marca. Pelo tempo e valor, esse seria um patrocínio que abrangeria outras propriedades de um clube.

No fim, as redes sociais dos clubes têm como maior função, além, claro, de gerar relacionamento e engajamento com os torcedores, tornar a entrega cada vez mais forte aos seus atuais parceiros. Algo que já é uma realidade, como deixa claro o Flamengo.

Flamengo busca Naming Rights para canal no Youtube - Foto: Reprodução
MÁQUINA DO ESPORTE: O Flamengo chegou a 11,3 milhões de seguidores no Facebook e se tornou o clube brasileiro com mais fãs na rede sociais entre as equipes de futebol. O time também alcançou o topo no Instagram e está próximo de conseguir o feito no Twitter e no Youtube.

Liderar as principais redes sociais foi uma meta estabelecida pelo vice-presidente de comunicação do clube, Antonio Tabet, que chegou ao Flamengo em 2016. E ficou nas mãos do diretor de comunicação da equipe, Marcio Mac Culloch, que havia chegado um ano antes, a mudança na gestão de como o clube se expressa nas redes.

“O Flamengo não trabalhava antes as redes sociais a ponto de explorar todo o potencial do clube. Nós mudamos a estratégia da FlaTV e das redes sociais, com bastidores e conteúdo exclusivo. Adotamos também uma linguagem irreverente, mais próxima do que é a linguagem do torcedor”, contou Culloch à Máquina do Esporte.

O melhor exemplo do salto do Flamengo nas redes está no Youtube. Somente neste ano, a FlaTV ganhou 243 mil inscritos. Hoje, são 532 mil fãs na rede de vídeo, apenas 60 mil aquém do líder brasileiro nesse segmento, o Palmeiras.

Para isso, o Flamengo contratou uma equipe de profissionais e equipamentos para gerar mais conteúdo. A FlaTV passou a ser uma ferramenta ativa dentro da comunicação do clube, e os vídeos passaram a abastecer as outras redes sociais da equipe.

O desafio, agora, é rentabilizar com os ganhos com as redes sociais, algo que poucos clubes brasileiros conseguem fazer. O Flamengo busca, por exemplo, um naming right para a FlaTV, assim como conseguiu o Palmeiras com a FAM, que já mantém outras parcerias com o time paulista.

Por outro lado, as redes sociais passam a funcionar como uma significativa plataforma de entrega aos atuais parceiros do clube, algo visto constantemente nas publicações flamenguistas. 

“Quanto mais nós entregamos aos patrocinadores, melhores são os resultados para eles e maiores são as chances de eles renovarem o acordo com o clube”, explicou Culloch.

Para o executivo, ainda há dificuldades para aportes exclusivos às redes sociais, tanto no Flamengo quanto em outras agremiações do futebol brasileiro. Elas passam desde a ausência de uma equipe de vendas dedicada à questão até o entendimento de que o mercado nacional ainda não está totalmente maduro para um patrocínio desse tipo.

Técnico do Flamengo, Zé Ricardo - Foto: Gilvan de Souza
FALANDO DE FLAMENGO: Por Thiago Nascimento

Entre atuações desastrosas e muitas trapalhadas da comissão técnica, o Flamengo enfim encontra-se nofamoso G4. E com isso, o time se aproxima ainda mais da meta de 2017, que é a conquista do Campeonato Brasileiro.

E para tal ‘feito’, foi preciso esperar as dez (eu disse dez!!!) rodadas iniciais do Campeonato Brasileiro, para que enfim, a torcida pudesse ver o time no local aonde ele já deveria estar há muito tempo. Não só pelo que representa o Flamengo na América do Sul, mas também pelo investimento que o clube tem destinado para o futebol profissional ano após ano.

E olha que não são poucos recursos. Nos últimos cinco anos, o investimento têm sido muito alto. Clique aqui e leia a matéria do globoesporte.com sobre o assunto.

E entre os investimentos recentes, podemos observar de forma mais atenta o caso de dois atletas: Cuellar e Rômulo.

Como que dois jogadores tidos como reforços, são reservas de jogadores que já estavam no elenco? E por quê essa bizarrice acontece? É um erro de avaliação? E se for, é um erro de quem os trouxe ou do técnico que não os escala como titulares? Alguém sabe explicar essa situação?

Além dessas e outras bizarrices, a Nação Rubro Negra tem que presenciar o futebol pragmático. Essa praga que dia após dia, cria raízes mais profundas em nosso futebol brasileiro… Um tipo de futebol que tem como único objetivo: alcançar uma vitória esdrúxula. Aquela vitória que só os três pontos interessam.

Esse tipo de jogo, é aquele no qual o torcedor sai mais aliviado do estádio por conta do gol chorado que deu a vitória ao seu time, do que a felicidade pelo triunfo conquistado com firmeza e segurança pelo seu time de coração durante os 90 minutos.

Agora reflitam: Se esse tipo de jogo não sustentou a continuidade do Flamengo na Libertadores após seis jogos, vai sustentar o time para a conquista do título do Campeonato Brasileiro que possui 38 rodadas?

Torcedor de verdade gosta de vitórias com atuações convincentes. Seja ele torcedor do clube que for. Ninguém gosta de mediocridade. É óbvio que em algumas partidas difíceis, o jogo ‘feio’ faz parte de uma vitória conquistada no sufoco… Mas disputar um campeonato dessa forma, do início ao fim: não há torcedor que aguente.

Penso que a evolução do Flamengo no segundo semestre, passará pela união do grupo. Acho que somente o grupo tomando as rédeas do estilo de jogo da equipe, fará com que esse time evolua.

É preciso que as lideranças (não necessariamente técnicas) se posicionem para ajudar o treinador, que ao menos me parece perdido na montagem do time. Acho que todos devem opinar de forma democrática quanto a forma de jogar, méritos para a escalação, responsabilidades de cada um nos treinamentos, marcação, posicionamento tático, etc…

Claro que é necessário respeitar a hierarquia. Seja aonde for.

Entretanto, cada vez mais estamos caminhando para um mundo corporativo no qual as responsabilidades e rumos de uma equipe de trabalho são decididas de modo compartilhado. Aonde todos são responsáveis de fato, pela evolução da equipe de trabalho. Então por quê no futebol profissional atual, têm que ser diferente?

Até porquê já vimos como está sendo o primeiro semestre do futebol do Flamengo. Imaginem se tudo continuar como está?

E se time ficar só “sentado”, esperando as melhores decisões dos gestores do futebol e da comissão técnica… acho difícil acontecer algo inovador e que também seja vencedor.

Enquanto isso, a Nação Rubro Negra continuará torcendo. Seja pagando ingressos com valores absurdos para os padrões futebolísticos do Brasil, ou torcendo de casa. Seja sozinho ou com os amigos.

Afinal de contas, o no nosso hino já diz: Uma vez Flamengo, Sempre Flamengo.

Saudações Rubro Negras.


Vinicius Júnior driblando em Bahia x Flamengo - Foto: Staff Image
GILMAR FERREIRA: Ainda que não tenha a configuração definitiva, o Brasileiro da Série A começa a ganhar um contorno mais real na parte de cima de sua tabela de classificação.

Hoje, com quase um terço dos jogos já cumpridos, por incrível que pareça, o que impressiona é o desempenho do Corinthians, que soma 26 dos 30 pontos disputados, dez a mais do que o quarto colocado.

Depois, em segundo plano, a campanha do Atlético-MG, que tem 50% dos pontos ganhos pelo líder...

BAHIA 0 x 1 FLAMENGO.

Os baianos, sem os volantes titulares, tiveram dificuldade para fazer valer o mando, apesar da boa atuação de Zé Rafael.

Mas o Flamengo não soube tirar proveito _ parte pela fraca atuação de Arão, parte pelo mau entrosamento.

E nem a expulsão de Lucas Fonseca mudou o panorama.

Sorte que o gol saiu. Num lance isolado, é verdade, mas saiu.

E assim, mesmo sem jogar bem, pôs os pés no G-4.

Por ora, é o que importa...

SÃO PAULO 1 x 1 FLUMINENSE.

Tivesse um pouco mais de rodagem, o time de Abel Braga teria saído do Morumbi com três pontos.

O Fluminense teve atuação irregular, com muitos passes errados no primeiro tempo, mal posicionado e assustado com a pressão dos donos da casa.

Mas se equilibrou e dividiu o jogo até os dez minutos finais, quando passou a ser pressionado.

A transição ofensiva perdeu muito desde a contusão de Sornoza e é hoje o que limita a caminhada...

VASCO 1 x 0 ATLÉTICO-GO.

Performance regular, ótimo resultado.

O time de Mílton Mendes consegue posse de bola, mas tem problemas para entrar na área adversária.

Nenê e Douglas articulam o jogo ofensivo, mas Matheus Vital e Pikachu ainda têm dificuldade de infiltrar, seja pelo meio ou na diagonal.

Ficou a impressão de que com laterais mais próximos a Jean, Breno e Paulão o sistema defensivo torna-se mais coeso.

BOTAFOGO 0 x 2 AVAÍ.

Em sua arrancada no Brasileiro de 2016, o time de Jair Ventura foi derrotado pelo "lanterna" América-MG em campo neutro...

E, em casa, perdeu para a Chape e empatou com o Coritiba e Ponte.

Fica claro, portanto, a dificuldade alvinegra de vencer jogos em que o Botafogo tem a teórica obrigação do protagonismo.

É aquele momento em que o time moldado pela escassez de recursos financeiros recebe a visita de um co-irmão ainda mais "pobrinho".

Se o bom trabalho realizado no Botafogo tem problemas, um deles é este.

Resta ver se a raiz está no plano de jogo, no desenho tático ou se aspectos emocionais ainda atrapalham o time...

Zé Ricardo, treinador do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
ESPN: Muito tem se falado do Flamengo após duas vitórias seguidas no Brasileirão. Contra a Chapecoense, quando talvez tenha atingido seu melhor desempenho no ano, e frente ao Bahia, que, apesar do resultado, a performance não foi convincente. São apenas dois jogos, claro, mas que mostram muito da realidade rubro-negra durante uma temporada cheia de oscilação. Bons momentos, apagões, jogos mornos... A verdade é que Fla ainda não achou e, muito menos construiu, uma identidade.

Falar em identidade no futebol soa até subjetivo para algumas pessoas. Mas ela deveria estar ligada à cultura do clube. Na maneira que enxergamos, cobrimos e gerimos o futebol no Brasil chega a ser até utópico em alguns casos. Equipes como Corinthians, Ponte Preta e Chapecoense, ainda que engatinhando neste sentido, dão ares de que é possível alcançar uma estabilidade no tipo de jogo que se deseja fazer e manter essa ideia por longos períodos. Pode ser defensivo, ofensivo, direto... A questão é, você consegue enxergar o modelo de jogo, a proposta, as ideias. Goste ou não destas escolhas, elas estão ali.

E é nesse vazio que o Flamengo tem caminhado desde a última temporada. Apesar de estar sempre reforçando seu elenco com jogadores de qualidade, ainda não é possível se enxergar um norte na Gávea. No último Brasileirão, entre agosto e setembro, veio a esperança. Depois de alguns momentos de oscilação, o trabalho de Zé Ricardo ganhou corpo. Fechado dentro da ideia de seu 4-2-3-1 e já com Diego no elenco, a equipe carioca não só venceu, mas alcançou ótimos desempenhos. O 1 a 1 contra o Palmeiras, que mais tarde seria campeão, é um dos grandes exemplos, mesmo sem conquistar três pontos.

A ideia de seu treinador, que defensivamente sempre mostrou maior regularidade, sempre foi de propor o jogo. Controlar com a bola, gerar superioridade numérica pelos lados e usar as triangulações para a construção ofensiva. Por outro lado, seu melhor Flamengo foi o que reagiu, o que criou suas melhores chances após retomar a posse e verticalizar as jogadas. Muito pelas características de seus jogadores: Everton, Gabriel, Mancuello, Ederson... Jogadores que, sem dúvida alguma, trabalham melhor em transições.

O plano de ter a bola continua, mas com uma execução abaixo do ideal. Devemos levar em consideração o fato de jogadores importantes estarem chegando agora e ainda precisarem de tempo para se adaptar às ideias de Zé. A pressão por resultados imediatistas, ainda mais em cima de um treinador que vive entre a cruz e a espada toda semana, também é um fato dentro de toda essa realidade. Mas ainda é pouco para o Flamengo.

Em seu momento ofensivo, o Fla sofre para conseguir uma infiltração. Se em seu melhor momento com a camisa rubro-negra Willian Arão iniciava a construção por trás e ainda tinha leitura e fôlego para se infiltrar na área, hoje a equipe quase nunca constrói por dentro. Trabalha com pouca mobilidade no último terço do campo. Não se envolve em movimentos de infiltração, estes muito importantes mesmo que a bola não seja lançada, já que pode desequilibrar os adversários, abrir espaços, quebrar defesas.

Os primeiros 15 minutos contra o Bahia deram um pouco desta ideia. Com Éverton Ribeiro e Diego alternando posições, Arão (apesar da atuação ruim) atacava espaços e Matheus Sávio tentava as diagonais. Tudo parecia correr para um bom caminho. Um time mais vivo em campo, mais intenso com a bola. Mas foi só a equipe da casa perder um jogador e se retrair para todos os velhos problemas voltarem. Ligaram então a "chave" dos cruzamentos automáticos. Inicia com os zagueiros, busca a ultrapassagem dos laterais, preenche da área e... cruza! Situações fáceis de se observar e se neutralizar. Basta o adversário analisar minimamente o atual modeo de jogo do Flamengo.

Muitas vezes são cruzamentos antecipados, vindos bem da entrada do último terço. Bolas que, como chegam de frente para os zagueiros, são mais fáceis de rebater. Também se abusa das bolas mais viajadas, que dão tempo para o rival se organizar. Não quer cruzar bolas na área seja algo ruim. Mas é preciso condicionar a equipe a fazer isso de uma maneira mais eficaz. Triangula, busca o fundo, aposte em uma bola rápida, sempre mais complicada para os zagueiros. É necessária uma pitada de ideias até mesmo quando se escolhe jogar no bom e velho chutão. Existem várias formas de se jogar bem. Mas se você não potencializa isso, não condiciona seus jogadores a um plano, de nada adianta.

Zé Ricardo ainda errou em outro sentido em Salvador. Com o adversário mais fechado, apostou na boa e velha "substituição ofensiva", cria do senso comum . Caiu na clamação popular de a equipe de atacantes (Renato Portaluppi fez o mesmo no jogo entre Grêmio x Corinthians). Quando o oponente se fecha ele, automaticamente, te dá a bola. Neste momento, você precisa de jogadores em campo (de preferência no meio) que elevem a qualidade de seu passe, com bolas mais agudas, mais criativas... E não de jogadores agudos, como no caso de Berrio e Vinicíus Jr. Domina a região central, circula mais rapidamente a posse e infiltra. Colocar mais gente na área nada mais é que povoar uma região que não se cria nada no futebol.

E tudo isso vale como uma reflexão daqui para frente. Com a força que tem no cenário nacional e em seu elenco, o Flamengo vai ser obrigado a propor quase todos os jogos de uma temporada. Por isso, precisa apostar em jogadores que tenham mais qualidade com a bola e, obviamente, no passe. Com Éverton Ribeiro, por exemplo, a tendência é de crescimento. A recuperação do bom futebol de Willian Arão, que pode produzir bem mais, também é um desafio para Zé nas próximas semanas. Com o volante bem, o Fla ganha mais um belo organizador de jogadas, com passes agudos e boa chegada ao ataque.

Os resultados, que normalmente desligam a grande máquina de triturar treinadores no Brasil, ajudaram Zé Ricardo. Agora cabe ao treinador, com mais tranquilidade, começar a estimular seus jogadores a novos comportamentos. Novas saídas, novas ideias e conceitos. Uma ruptura no meio do trabalho neste momento não seria vantajosa para ninguém. Ao contrário, traria todo um recomeço para o clube. Mas está mais do que na hora de o Flamengo ter uma cara. Seja lá qual ela seja.

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Foto: Ivan Storti / Divulgação Santos FC
GLOBO ESPORTE: Com virose, Thiago Maia vai desfalcar o Santos contra o Flamengo nesta quarta-feira, na Ilha do Urubu, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

No treinamento desta terça-feira, os reservas trabalharam em campo após um rachão. Leandro Donizete ficou fora, no grupo considerado titular. Ele deve vencer a disputa com Alison pela vaga de Maia.

Kayke se recuperou de gripe e ficará à disposição do técnico Levir Culpi. O provável Peixe é Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Leandro Donizete e Lucas Lima; Bruno Henrique, Copete e Kayke.

O Alvinegro viaja ao Rio de Janeiro na tarde desta terça-feira. De lá, o elenco vai à Goiânia na quinta, onde começará a preparação para enfrentar o Atlético-GO no sábado.

Adriano e Petkovic, campeões pelo Flamengo em 2009 – Foto Marcelo Sayão/EFE
FOX SPORTS: Em 2017, o Flamengo iniciou a temporada como um dos melhores elencos do futebol brasileiro e candidato aos principais títulos da temporada. Só que em 2009, ano da última conquista do Brasileirão da equipe, a história foi diferente. Troca de treinador, elenco desanimado e até mesmo vaiado pela torcida, como na derrota em casa para o Cruzeiro e no empate com o Náutico. Só que a chegada de Andrade, Petkovic, Maldonado e Álvaro deu vida ao time liderado por Adriano. Além de um pacto entre os jogadores, revelado pelo zagueiro Fabrício, que fazia parte do grupo.

Em entrevista exclusiva ao FOXSports.com.br, o defensor, que está de malas prontas para o Ashdod, de Israel, contou bastidores daquela arrancada do Rubro-Negro, que culminou no título da competição ao fim do ano. Com estrelas no elenco como Bruno, Léo Moura, Petkovic e Adriano, o relacionamento não era dos melhores. Só que um pacto de união fez a fase da equipe mudar, como conta Fabrício:

"A questão era que o Flamengo tinha muito jogador famoso, muito craque junto. Cada atleta ali era formador de opinião. Então, no começo foi complicado. Um belo dia, os jogadores fizeram uma reunião, todo mundo chegou num consenso de que se o Flamengo não se unisse, não seria campeão. E foi isso que aconteceu. Os jogadores largaram esse ego de lado, o grupo se tornou uma família e resultou no que deu", afirma o zagueiro, que lembra bem quando foi esse 'start' para o título:

"Foi após o empate com o Náutico, no Maracanã. O estádio estava lotado, festa da torcida. Mas tinha pressão. Teve discussão no intervalo. O clima estava insuportável já. Foi depois desse jogo que teve essa reunião. Depois disso, tudo mudou e deu certo. Foi o maior marco da minha carreira. Fui criado ali e vencer pelo Flamengo não tem explicação".

Artilheiro do Brasileirão daquele ano com 19 gols, Adriano era, ao lado de Petkovic, a principal estrela do grupo. Só que o comportamento do Imperador não era dos melhores. Faltas eram constantes. Elas irritaram até mesmo Cuca, técnico que comandou o time antes de Andrade. Só que, segundo Fabrício, o grupo sabia entedia esses deslizes do camisa 10:

"Tinha isso (de faltas). Ele pedia desculpas muitas vezes. Isso fez o grupo se tornar uma família. Em qualquer situação, o pessoal tinha humildade, seja em treino ou qualquer outra coisa. Ele trazia muita alegria para o elenco. Além da humildade de todos esses caras. Não só dele. O Pet também era. O grupo inteiro", finalizou.

Vinicius Júnior em partida do Flamengo contra o Bahia - Foto: Tiago Caldas
FOX SPORTS: Destaque do Valencia nas últimas temporadas, Diego Alves é sucesso da Espanha. Há dez temporadas no futebol europeu, tem experiência de sobra para aconselhar jovens como Vinícius Júnior, comprado pelo Real Madrid por 45 milhões de euros, aproximadamente R$ 164 milhões, mas que só partirá para o time merengue quando completar 18 anos.

Em entrevista ao FOXSports.com.br, o 'paredão' da Seleção comentou sobre a negociação mais cara da história envolvendo um atleta menor de idade do futebol brasileiro. Ele revelou como os espanhóis enxergam a sensação do Flamengo:

"Eles veem o Vinícius como contratação para futuro. A relação que eles colocam com o Neymar é porque também saiu junto. É um reforço que eles querem colher no futuro, ter um jogador que pode fazer a diferença no futuro. Mas é dar tempo ao tempo, não apressar. Ele tem muitas chances de fazer tudo correto na Europa".

Apesar de ter poucos jogos no profissional do Flamengo, Vinícius Júnior é assunto na Espanha a cada partida que entra em campo. O próprio Diego Alves afirma que assiste às partidas feitas do garoto em solo brasileiro:

"Tem uma TV a cabo que passa jogos do Brasileirão. Eu acompanho alguns jogos do Vinícius Júnior. É um menino que tem bastante qualidade. O conselho que dou é para se adaptar à cultura do país, do clube. Além de ter paciência, pois a competitividade no Real Madrid é alta. Então, vai precisar trabalhar muito", finalizou.

Torcedor da Organizada "Jovem Fla" - Foto: Gilvan de Souza
ESPN: As polícias do Rio e São Paulo monitoram as torcidas Jovem Fla e Independente para o jogo do próximo domingo, entre Flamengo e São Paulo, na Ilha do Urubu. Proibida de frequentar estádios por três anos, a pedido do Ministério Público, a organizada do Flamengo tem a facção paulista como uma aliada e as autoridades suspeitam que as duas se unam para promover ataques no entorno do estádio recém inaugurado.

As ações seriam retaliação à decisão do MP, que provocou o cancelamento do plano de Sócio Torcedor Corporativo por parte do Flamengo. Integrantes da Jovem, assim como outras organizadas, faziam parte do programa, mas tiveram seus cadastros excluídos após a medida judicial, determinada em abril deste ano.

De acordo com as autoridades, no jogo de inauguração da Ilha do Urubu, contra a Ponte Preta, a torcida promoveu "bondes" nos acessos dos setores norte e leste, provocando tumulto e até furtos.

Já no segundo jogo, contra a Chapecoense, o Grupamento Especial de Policiamento em Estádio (GEPE) conseguiu deter 34 integrantes da facção que tentavam entrar no estádio, mesmo estando sem ingressos e proibidos de frequentar o local. Eles foram autuados pelo Juizado Especial Criminal (Jecrim), por desobediência. Outros 12 torcedores foram detidos na mesma ocasião, mas que não faziam parte da lista de proibidos.

Histórico de mortes

Dividia em pelotões, a Jovem tem na Ilha do Governador, bairro onde fica o estádio, um dos seus maiores grupos, o 11º pelotão. Entre os crimes relacionados à torcida, pelo menos dois provocaram a morte de torcedores rivais nos últimos anos. Do vascaíno Diego Martins Leal, em 2012, e do botafoguense Diego Silva dos Santos, em fevereiro deste ano, no entorno do estádio Nilton Santos, na zona norte do Rio.

O presidente da Jovem Fla, Wallace Costa Mota, é considerado foragido pela Justiça do Rio.

Nos links abaixo, você pode acessar matérias publicadas sobre a morte de Diego Martins Leal e Diego Silva Santos. No inquérito que investigou a morte de Leal, em 2012, a polícia flagrou em escutas telefônicas os então dirigentes do Flamengo fornecendo dinheiro e apoio jurídico aos envolvidos no assassinato.

*Nota do Blog: a Jovem Fla não pode frequentar estádios, mas é permitido à facção a manifestação em protestos, como o ocorrido no Ninho do Urubu, no início do mês. Nota alterada para correção desta informação.


Foto: Reprodução / ESPN
ESPN: "E agora eu fiquei doce, igual caramelo. 'Tô' tirando onda de Camaro amarelo!".

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Chevrolet, que patrocinava o Campeonato Brasileiro, distribuíram Camaros amarelos para os clubes participantes da Série A de 2017. E os veículos tiveram destinos diferentes, como passeios dos cartolas com o carrão, devolução, adaptação para uso em eventos com sócios e até mesmo o abandono.

A equipe da ESPN apurou junto às agremiações que fim levaram os automóveis, cerca de seis meses após o recebimento dos Camaros amarelos.

Procurada, a CBF diz que os presentes foram uma iniciativa da Chevrolet, em seu último ato como marca que batizava o Brasileirão - a cada ano do contrato em vigor com a montadora, os times da primeira divisão foram contemplados com um veículo diferente, a critério da própria empresa, sempre cedidos em comodato por um ano, como um Cruze cedido aos participantes de 2016.

Já os clubes disseram à reportagem que receberam o carro da Confederação junto à montadora. E é curioso comparar o que aconteceu com os Camaros de 2017 em posse das equipes.

No Vasco da Gama, por exemplo, relatos que chegaram à ESPN apontam que Eurico Brandão, o Euriquinho, filho do presidente cruzmaltino Eurico Miranda e hoje vice de futebol, é um dos que aproveitou o carro.

Com 38 anos, ele foi visto várias vezes chegando a São Januário de Camaro amarelo, em fato que chamou a atenção até de torcedores, que relataram nas redes sociais. Oficialmente, o clube diz que o veículo está, hoje, estacionado embaixo da sala da presidência.

Já no Palmeiras, o presidente Maurício Galiotte, além de pessoas do alto escalão alviverde, foram vistas utilizando o carro para ir a jogos da equipe no Allianz Parque.

O São Paulo estacionou o Camaro no Morumbi, tirou uma vez para ir ao CT Barra Funda e retornou ao estádio, onde desde então está parado, sem ser usado por ninguém. O Flamengo, por sua vez, não viu utilidade para o veículo e mandou devolver cerca de 20 dias atrás, enquanto o Fluminense aponta que foi pouco usado, encontrando-se hoje encostado no estacionamento das Laranjeiras.

O Botafogo, por sua vez, admitiu que alguns dirigentes usaram o automóvel após o recebimento junto à CBF. O clube apontou que o carrão encontra-se parado na garagem do shopping contíguo ao clube e raramente é usado pela diretoria, para não dizer que nunca foi utilizado'.

Por ter sido rebaixado à Série B, o Internacional foi o único grande clube que não recebeu o presente.

Enquanto isso, no arquirrival Grêmio, o carro é usado apenas quando os veículos de trabalho apresentam algum problema ou estão ocupados. O presidente Romildo Bolzan utilizou duas vezes, quando o seu carro pessoal teve de ir para a oficina. O cartola, no entanto, confidenciou ter achado a situação "constrangedora".

O Santos foi outro que permitiu o uso por parte de seus cartolas - como o diretor Dagoberto dos Santos, o gerente de marketing Edu Resende, membros do Comitê de Gestão e também o chefe dos motoristas -, mas isso tem incomodado membros do Conselho, pois o time alvinegro é parceiro da Volvo e recentemente ganhou da patrocinadora dez veículos de luxo para uso de seus dirigentes.

Em outros clubes, o Camaro também causou rebuliço.

Na Chapecoense, por exemplo, o clube ficou temeroso por mandar adesivar o carro com o distintivo do time catarinense, uma vez que vai precisar devolver. Além do que, percebeu que o automóvel "bebe muita gasolina". Assim, ficou encostado e foi preterido por modelos mais populares.

Em Belo Horizonte, o Cruzeiro afirmou que "o Camaro chegou usado, não era zero quilômetro e não costuma ser utilizado". No entanto, a equipe tem também um Cruze - outro veículo cedido anteriormente ao Camaro pela Chevrolet - que constantemente vai às ruas. E foi usado, inclusive, para buscar Sassá no aeroporto em sua contratação.

O Atlético-MG achou que o Camaro ia atrair muita atenção e, por isso, pediu para a montadora para trocar por um modelo menos "chamativo". Já o América-MG disse que recebeu, mas pouco ficou com ele pois teve que devolver por ter sido rebaixado à segunda divisão, mas que "cuidou bem do carro porque estava em comodato".

O Coritiba ficou com receio de causar danos ao Camaro amarelo, o que traria despesas, uma vez que o automóvel foi cedido em comodato. Para preservar o patrimônio e não correr riscos de prejuízos, o clube fez um seguro específico do veículo. O departamento de marketing até estudou algumas ações, mas acabaram não sendo realizadas.

Em Campinas, a Ponte Preta mantém o Camaro guardado dentro do Moisés Lucarelli e recorre ao automóvel quando precisa buscar jogadores em hotel, além do presidente. Somente motoristas ou funcionários assumiram a direção do veículo, que virou atração dentro do time do interior.

No Sport Recife, a reportagem apurou que o filho do presidente e atual diretor de futebol Rodrigo Barros é um dos que utiliza o carro, o que provocou controvérsia interna. O mandatário Arnaldo Barros, por sua vez, aponta que faz uso exclusivo do carro, que tentou trocá-lo, mas não foi atendido. 

"A cessão do Camaro em nada ajudou o Sport", reclamou o dirigente.

Sem ser presenteado, um dos rivais de Pernambuco ironizou o agrado recebido pelo Sport. 

"O Santa Cruz não foi contemplado com tal benesse pela CBF. Aliás, mesmo que fizéssemos jus a esse presente, não é do nosso perfil andar de Camaro ou qualquer veículo do gênero", disse o presidente Alírio Moraes.

O futebol baiano foi o lugar onde o Camaro amarelo acabou sendo melhor aproveitado. O Vitória, por exemplo, estampou seu símbolo nas laterais e criou uma ação junto a sócios-torcedores em dia com os pagamentos, em que eles participam das iniciativas e concorrem a passear dentro do luxuoso automóvel nos dias de jogos, indo até o Barradão de carona no carrão.

Já o Bahia, assim como outros times, recebeu o modelo Cruze ainda na gestão do presidente Fernando Schmidt, eleito para mandato-tampão, mas devolveu por julgar ser 'jabá' - presente em troca de vantagem, prática condenada no clube, especialmente, após a identificação de diversos gastos feitos por gestões anteriores junto a profissionais da imprensa.

O Camaro amarelo do time tricolor baiano se encontra hoje em seu CT em Salvador, o Fazendão, e está sendo preparado para ações de marketing, assim como no arquirival.

O Atlético-GO foi mais um que optou por trocar o Camaro por outro modelo mais discreto. 

"Usamos para trabalhos do clube. É de grande utilidade", disse o presidente Maurício Sampaio. A equipe pegou, no lugar, um Cruze.

O Avaí de início considerou que gasta muito combustível, além de ser chamativo. Mesmo assim, foi usado pelo presidente Francisco Battistotti e diretoria durante o Catarinense em jogos mais próximos, ou em deslocamentos para a sede da Federação. Contudo, pela improdutividade do veículo, o mandatário pensou em colocar à disposição dos sócios, mas desistiu e hoje deixa estacionado na garagem da Ressacada. O dirigente também tentou trocar com a Chevrolet por outro modelo, mas não obteve êxito.

Por fim, o Corinthians e o Atlético-PR foram os únicos entre todas as equipes procuradas que não sabem o paradeiro do Camaro atualmente.

Pessoas ligadas à diretoria alvinegra admitiram terem recebido o carro, acrescentaram que, na época, o presidente Roberto de Andrade não quis usar, mas hoje em dia ninguém mais sabe onde se encontra o veículo, que, de acordo com essas e outras fontes, não está mais em nenhuma das sedes alvinegras.

O presidente do Furacão, Luiz Sallim Emed, por sua vez, revelou que o destino do carrão chegou a ser conversado internamente. 

"Sei que teve isso aí, mas não sei realmente se foi devolvido. Existia isso (do Camaro), discutimos essa questão, mas não sei como ficou, onde se encontra", explicou.

Criança pobre, torcedora do Flamengo - Foto: Divulgação
ESPN: Com direito a baile em campo, o Flamengo embalou em sua nova casa, a Ilha do Urubu, com goleada de 5 a 1 sobre a Chapecoense, na última semana.

Não dá para dizer que a festa foi completa. Mesmo com um carga de ingressos reduzida para o tamanho de sua torcida, o rubro-negro carioca não conseguiu, ainda assim, vender todas as 16.060 mil entradas colocadas à disposição. Não é preciso se aprofundar nos motivos para descobrir por que o clube não lotou as arquibancadas: o seu bilhete é hoje o mais caro do Brasileiro.

O levantamento não considera camarotes e setores VIPs que incluem comes e bebes.

Para enfrentar a Chape, o seu setor Oeste foi negociado a R$ 320 a inteira - não por acaso, o seu tíquete médio também é o mais salgado da Série A.

Ao todo, conforme boletim financeiro da partida realizada na Ilha do Governador, 77 pessoas não se opuseram a pagar a 'fortuna'.

O benefício cumulativo da meia-entrada ao de sócio-torcedor prejudicou. O torcedor que paga inteira, independente de ser sócio ou não, terá de desembolsar montante elevado para ver o Fla na Ilha do Urubu.

No total, foram arrecadados apenas R$ 275.239 mil líquidos no 'caldeirão' da equipe.


Cris Dissat / Fim de Jogo
EXTRA GLOBO: O time ideal do Flamengo, segundo o técnico Zé Ricardo disse, é o que estará em campo no jogo seguinte. Se a escalação é correta ou não, o fato é que desde a estreia na Libertadores, contra o San Lorenzo, em março, a equipe não se repete. Os onze titulares são um mistério jogo após jogo. Até agora, 32 atletas foram usados de início em 2017.

Fatores como rodízio do elenco por questões físicas, lesões, adaptações, convocações e até contratações podem ser levados em conta. Dentre todos, o que menos é visto na prática é a mudança de peças por conta do desempenho individual de um atleta em um jogo específico. E o mais ouvido recentemente é que as mudanças tem a ver com características dos adversários, mesmo em casa.

Zé Ricardo se mantém fiel a suas convicções e busca melhorar o desempenho com respaldo do comando do futebol, embora no clube e entre a torcida o questionamento não dê trégua. Justamente pelos critérios da meritocracia. A ascensão ao terceiro lugar no Brasileiro foi um alento, mas amanhã o time volta a disputar um jogo eliminatório, contra o Santos, pela Copa do Brasil.

A eliminação na Libertadores e a quase queda na mesma competição são fantasmas que estarão presentes. Sem poder escalar Éverton Ribeiro, Rhodolfo e Geuvânio, que chegaram após as inscrições da competição em abril, o técnico fará novas mexidas.

O time mais repetido no ano foi, curiosamente, o idealizado após as contratações de janeiro: Muralha, Pará, Vaz, Réver, Trauco; Rômulo, Arão, Diego, Mancuello, Guerrero e Everton. Essa escalação se repetiu sete vezes. Desde então, começaram as mudanças não obrigatórias, como a volta de Márcio Araújo, que passou a jogar ao lado de Willian Arão. Além de Réver e Rafael Vaz, este já barrado, os dois volantes são os atletas de linha com mais jogos — Arão tem 29 e Márcio tem 26.

A lesão de Diego na Libertadores levou a novos testes e improvisos. Everton também se machucou e os laterais chegaram a ser improvisados como pontas. E assim Zé permanece até hoje. Em busca do time ideal.

A chegada dos últimos reforços promete uma formação definitiva em breve, com Éverton Ribeiro, Rhodolfo e quem sabe Geuvânio. A força do elenco, sua qualidade, acaba muitas vezes obrigando a novas mudanças. Nesse cenário ideal, quem tem uma sequência ruim não tem como permanecer. Certo, Zé?

Réver e Juan de volta

Se não poderá contar com os reforços da janela européia, o Flamengo terá os retornos de peças à altura. O zagueiro Juan, que estava suspenso, e o capitão Réver, recuperado de uma pancada, treinaram normalmente e estão à disposição para encarar o Santos, amanhã. Assim como o atacante Everton, que também ficou suspenso.

O trio repõe as perdas de Rhodolfo e Éverton Ribeiro com sobras. A dupla de reforços não pode atuar na Copa do Brasil, já que a inscrição terminou no mês de abril. Com isso, Rafael Vaz deve voltar para a reserva. Sem Éverton Ribeiro, Everton assume o lado esquerdo e Berrío deve ser mantido.

A justificativa de Zé Ricardo em manter a dupla de volantes Márcio Araújo e Arão em função do encaixe do time e da velocidade dos adversários contra sua defesa mais lenta deve fazê-lo manter a formação outra vez, apesar de Cuéllar e Rômulo pedirem passagem. No gol, Thiago não deve ser sacado para a volta de Muralha.

QUANTOS JOGOS TITULAR EM 2017:

Muralha: 30
Thiago: 8
Pará: 25
Rodinei: 13
Réver: 29
Vaz: 26
Juan: 11
Donatti: 7
Leo Duarte: 1
Rhodolfo: 1
Trauco: 25
Renê: 17
Márcio Araújo: 26
Arão: 29
Rômulo: 13
Ronaldo: 3
Cuéllar: 6
Diego: 18
Mancuello: 14
Gabriel: 12
Berrío: 7
Ederson: 3
Adryan: 3
Everton: 23
Cafu: 2
Damião: 10
Savio: 8
Guerrero: 25
Vizeu: 4
Paquetá: 4
Vinicius JR: 3
Everton Ribeiro: 1

Total: 32 atletas

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